14.10.07

Desgoverno Entreguista












Elles, que tanto criticaram a privatização, foram além: entregaram o Brasil aos estrangeiros,
  • entregaram ponte a venezuelanos,
  • refinarias da Petrobrás a bolivianos e em breve, de ativos da Petrobrás aos equatorianos
  • estradas federais aos espanhóis
  • a gloriosa Varig a americanos com testa-de-ferro chinês
  • o Corinthians à máfia russa com testa de ferro iraniano
  • a Amazônia para invasores colombianos, venezuelanos, e de toda espécie, como traficantes de madeira, drogas, etc.
  • o sistema financeiro aos estrangeiros, que não pagam imposto de renda
  • a Bolsa de Valores do Brasil, BOVESPA, aos estrangeiros - mais de 70 % dos ativos desnacionalizados graças à isenção acima, enquanto os brasileiros pagam imposto de renda exorbitante para aplicar na bolsa e em ativos financeiros
  • os direitos dos trabalhadores aos bancos, em casos de falência, já que aqueles são preteridos pela nova lei
  • a sociedade aos criminosos, chefões de quadrilhas e perpetradores de crimes hediondos (vide as leis de Lulla 1 e 2)
  • entrega do acervo de Jorge Amado - 250 mil itens - aos americanos (Harvard)
  • do dinheiro dos trabalhadores (FGTS) aos políticos e empresários ligados ao governo (PAC)
Resumindo, o governo mais entreguista que o Brasil já teve.


Entreguismo continua - nossa Amazônia entregue:

Desmatamento volta a crescer e faz governo rever plano para Amazônia
-Cristina Amorim

Devastação em MT, por exemplo, saltou 107% na comparação de junho-setembro com mesmo período de 2006

O governo federal prepara uma ação emergencial para tentar conter a retomada da curva ascendente de desmatamento na Amazônia. Segundo dados independentes e oficiais, a derrubada - que foi controlada por três anos consecutivos - ganhou nova força em 2007 e, sem ações de controle, pode crescer ainda mais no próximo ano.

Informações preliminares do próprio governo, obtidas pelo sistema por satélite Deter, indicam que o desmatamento em Mato Grosso cresceu 107% entre junho e setembro deste ano, comparado ao mesmo período do ano anterior. Em Rondônia, o índice é de 53% e, no Acre, de 3%.

Já o Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), elaborado regularmente pelas organizações não-governamentais Imazon e Instituto Centro de Vida (ICV), mostram que o corte em Mato Grosso subiu pelo quarto mês consecutivo: 262 quilômetros quadrados, 147% a mais do que agosto de 2006.

Os índices destoam devido a diferenças de metodologia, porém a tendência de alta se mantém. O Estado é o que mais derruba na região e serve como termômetro da tendência a ser seguida pelos demais Estados amazônicos.
....“Esse é um fator de preocupação. Os sinais são de recuperação do mercado de commodities e, com a expectativa de lucro presente, as pessoas se arriscam mais”, disse o diretor de ações da Amazônia do Ministério do Meio Ambiente (MMA), André Lima. “Além disso, em 2008 há eleições municipais, que normalmente são acompanhadas pelo crescimento do desmatamento.”
...

PROVA

O governo federal tem comemorado a queda da taxa de desmatamento da Amazônia nos últimos anos, numa média de 30% em relação ao pico de 2004 - que atingiu 27.379 quilômetros quadrados, o segundo maior já contabilizado. ...
...O governo, que negava a influência econômica, agora assume seu papel na dinâmica da retomada do desmatamento em 2007. Para Capobianco, o aumento dos preços das commodities é um dos motivos que transformaram este em um ano complicado - além da seca prolongada observada na região Norte, que estende o período propício para o corte e a queimada das árvores.

“O governo se beneficiou de uma conjuntura, mas algumas coisas estão deixando de ser favoráveis, como os preços da soja e da carne”, diz Paulo Adário, coordenador da campanha da Amazônia do Greenpeace. “Por enquanto, o crescimento é pequeno. Mas esta é uma tendência preocupante.”

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