O Professor Olavo de Carvalho fará falta no mundo intelectual, mas deixa um grande legado.
25.1.22
12.1.22
Contrariando agências de Fake News, 100% dos óbitos pela variante Ômicron atingem quem foi triplamente vacinado no Brasil.
Agências de Fake News, milícias antidemocráticas que espalham mentiras e criminosos de CPI espúria do Senado divulgaram que a vacinação era a única solução para a praga Covid 19 da China e representaria a redenção dos povos, eliminando a pandemia, as internações, os óbitos e a disseminação do vírus.
Contrariando os gabinetes do ódio do Senado, da grande imprensa e das redes sociais, a ineficácia das vacinas sem comprovação científica ficou comprovada com o fato de que a única vítima fatal da nova variante Ômicron no Brasil foi vacinada 3 vezes contra Covid19.
Trata-se de uma evidência objetiva, comprovando empiricamente que no mundo real a tripla vacinação não evita o contágio, nem o agravamento ou a internação. Lamentavelmente, com três vacinas contra Covid19 nem sequer o óbito pelo mal chinês é evitado.
Portanto, estatisticamente, a totalidade (100% dos casos) de óbitos por Covid19 variante Ômicron no Brasil é de pessoas triplamente vacinadas, não havendo nenhuma vítima fatal da variante entre as não vacinadas, graças a Deus.
8.1.22
Supremacistas ameaçam a democracia no Brasil
Vivemos tempos sinistros e de tirania apesar de termos um presidente democrata defensor dos Direitos Fundamentais à vida, à liberdade, à propriedade e ao livre exercício da religião. Bolsonaro respeita a Constituição e a separação dos três poderes, até mesmo quando os outros dois afrontam flagrantemente esses baluartes da democracia.
Membros do Supremo Tribunal Federal têm dado ênfase apenas ao adjetivo de seu nome: supremo. Acham que o adjetivo extensivo aos seus membros, sua condição "suprema", é um salvo-conduto para ignorar a Constituição e atender à pauta do chefão ex-presidiário descondenado e de seus demais adeptos de ideologias que pregam o totalitarismo chavista, cubano, maoísta e petista.
Esses supremacistas já estão implantando a discriminação oficial e segregação de cidadãos no estilo praticado no nazismo, no maoísmo e no ex-imperialismo soviético.
Estamos assistindo à implantação do totalitarismo através de identificação, do isolamento, confinamento e anulações diversas, calando, prendendo, impedindo de trabalhar, estudar, se locomover e frequentar espaços reservados aos aprovados pela supremacia.
Essas práticas supremacistas avançam assustadoramente - em nome da "democracia", eufemismo para a clePTocracia - sem qualquer reação por parte da outrora atenta imprensa, nem do democrático presidente da República.
Quem manda no presidente, nos três poderes da república é o Supremo Poder Moderador, conforme o supremo Toffoli declarou em Lisboa no final de 2021. Nesse ano, a segunda turma do STF tomou várias decisões favoráveis ao maior larápio que já presidiu o país. Fez inúmeros processos retrocederem ao início, liberou imóveis, veículos, aplicações financeiras e saldos bancários multimilionários de Lula, bloqueados pela Justiça em inúmeros processos em decorrência de condenações em todas as instâncias.
Até membros nomeados por Bolsonaro têm participação de decisões estranhas à Constituição e aos Direitos Humanos. Candidatos conservadores como Ives Gandra Filho ou outros não foram cogitados nas nomeações de Bolsonaro porque diziam que "não passariam na sabatina" do Senado dominado pelo mecanismo.
Não existe partido de direita ou conservador no Brasil, pois o comitê eleitoral lulopetista chamado de TSE não deixa. O partido Aliança, lançado por Bolsonaro com centenas de milhares - dizem que mais de um milhão - de apoiamentos, teve a contagem interrompida pelo TSE antes de chegar a 50.000. Depois de 1 ano sem contagem e procedimentos para a criação do Aliança, estranhos motivos impedem que o partido com maior número de apoiadores das últimas décadas seja criado.
28.11.21
Proclamado o Terceiro Reich na sede da antiga Colônia.
Em um ato oficial, o ex-advogado do PT e circunstancial ministro Supremo do Brasil Dias Toffoli declarou, em um fórum organizado por seu colega Gilmar Mendes em Lisboa, que o Brasil agora tem um regime semi-presidencialista e que o STF exerce o poder moderador.
Isto significa que nosso país deixou de ser uma república presidencialista passando à condição de império no qual a Suprema Corte assume o poder moderador exercido pelo imperador sobre os outros dois poderes. O togado imperial não explicou se a mudança de forma de governo ocorreu por plebiscito, consulta pública, assembléia constituinte, PEC ou Golpe de Estado.
Com essa declaração na capital do antigo Império Portugues, o Supremo togado da Corte Brasileira proclamou o Terceiro Reich (ou Império) no Brasil, o Terceiro Reich, depois dos dois primeiros períodos imperiais: do Brasil Colônia (do império português) e do Brasil Império.
Oficializado o fim da república e do regime democrático (o fim do Estado de Direito já havia sido decretado em 18 de junho do ano passado através do Ato Inconstitucional IFM = Inquérito do Fim do Mundo), o mundo inteiro foi informado formalmente sobre o tipo de regime vigente em nosso sofrido torrão natal.
Resta saber o que as demais autoridades farão - desde o governo eleito pelo voto popular e que agora está oficialmente destituído de seus poderes executivos, até os governos ainda considerados democráticos do primeiro mundo.
Criou um não-processo mais ilegal e temível do que "O Processo" de Franz Kafka.
Considera perigosíssimos os jornalistas, humoristas, donas de casa, parlamentares e professores que o criticam. Mas trata corrupto e chefão do crime como Lula e traficantes como se fossem cidadãos honrados.
Esse "inquérito" do Fim do Mundo foi batizado com a abstração 'Fake News', termo que não existe no ordenamento jurídico e que não caracteriza nenhum tipo de crime ou infração. Essa aberração já causou vexames internacionais ao Brasil: a tentativa (frustrada pela embaixada e autoridades americanas) de prender o empresário americano Jason Miller no aeroporto de Brasília e o pedido de extradição do jornalista brasileiro Allan dos Santos que mora nos EUA, pedido não atendido pela Interpol que ignora esse tipo de pedido quando parte de ditaduras como Cuba, Venezuela e Nicarágua.
O Brasil está começando a ser tratado como ditadura graças ao Terceiro Reich decretado por elementos da Corte Suprema Imperial e seu inquérito do Fim do Mundo que persegue, prende, torna incomunicáveis e 'cancela' inocentes por "crime de opinião". Assim, vem aumentando o número de presos políticos, exilados e reféns dessa ditadura.
O envolvimento ou a negligência, omissão ou conivência dos ministérios da Justiça e da chancelaria do Brasil acabam respingando no Executivo, fazendo parecer que o presidente eleito não comanda nem seus ministérios da Justiça e das Relações Exteriores.
A continuar apenas olhando e reclamando sem tomar uma atitude de mandatário, o semi-governante de nosso país tornará mais distante o desejo do povo brasileiro de reelegê-lo para finalmente avançar no Plano de Governo escolhido por quase 80% dos brasileiros em 2018.
Enquanto isso, temos um perigosíssimo chefão de organização criminosa internacional solto, conspirando contra o Brasil no exterior e no território nacional, gastando verbas públicas pagas pelo povo sofrido, e preparando-se para retornar ao poder e terminar de saquear o país com a ajuda da máquina pública aparelhada, mídia comprada, metacapitalistas e partidos extremistas estrangeiros.
15.9.21
Insegurança Jurídica - Brasil é vítima de chacota e desprezo mundial
Esse proto-processo de ficção
científica ou filme de terror não existe sequer nas ditaduras atuais, pois na
Roma antiga também seria chamado de chacota.
Hora de levar o Sr. Barroso, seu
par Alexandre Imorais e demais comparsas encastelados no outrora supremo
Tribunal Federal, hoje repaginado para gabinete do Lula & Associados, a tribunais internacionais para evidenciar a ilegalidade, imoralidade e injustiça de diversas suas decisões nos últimos anos. Em situação vexaminosa que envolveu o governo americano através de sua embaixada, o ministro Moraes ordenou que o empresário americano Jason Miller, fundador da rede social Gettr, fosse preso no aeroporto internacional de Brasília no dia 7 de setembro, no âmbito do referido Inquérito do Fim do Mundo. Perguntados sobre qual crime teria sido cometido pelo empresário, qual lei teria sido descumprida ou ao menos qual o processo ou pretexto que determinaria a prisão intempestiva, os executores da ordem de prisão só souberam dizer que tudo era "segredo de justiça". A inusitada ordem de prisão e ausência total de motivos, requisitos ou razões para essa detenção motivou a assessoria jurídica da embaixada americana a recomendar ao americano que ignorasse a ordem de prisão.
O número de vítimas desse projeto
de O Processo kafkiano está aumentando a cada dia, incluindo desde jornalistas,
humoristas, mães e donas de casa, jornalistas, empresários, artistas,
políticos, influenciadores, e até pessoas com foro privilegiado como o deputado
Daniel Silveira e o presidente da República, chocando a opinião pública
nacional e internacional com a total ausência de motivos, crimes ou autos.
A tortura física e psicológica, expropriações, proibição
de sustentar a família, tratamento desumano e destruição de reputação tornam a referida chacota uma verdadeira piada de mau gosto que a mídia dominada e a bolha extremista já não concebem como aberração.
A escorchante fiança de R$
100.000,00 estipulada pelo algoz do parlamentar Daniel Silveira (preso por
crime de opinião, à revelia da Constituição e apesar da imunidade parlamentar)
foi paga após arrecadação em vaquinha organizada por seus eleitores. Mesmo
assim, ele não foi libertado, o que chega a superar a crueldade de grande parte dos sequestros perpetrados pelo crime organizado tradicional.
Ao mesmo tempo, a Suprema Inquisição do Século 21 liberta bandidos de alta periculosidade como chefes do
tráfico, o chefão do Mensalão e do Petrolão, e acaba de liberar para o regime semiaberto
um criminoso como Geddel Vieira Lima, membro de família criminosa que foi
flagrado com R$ 51 milhões em dinheiro vivo em Salvador.
12.9.21
Milhões de brasileiros pacíficos lotaram as ruas do Brasil inteiro pela Liberdade e Democracia
No dia da Pátria, o Grito pela Liberdade e Democracia ecoou nas ruas de milhares de cidades do Brasil e registrou as maiores manifestações da História do Brasil nas principais capitais.
Apesar da pandemia mundial causada pela peste vinda de laboratório do regime chinês, o protesto contra a insegurança jurídica causada por extremistas do STF através da inconstitucional, ilegal e tirânica inquisição do Inquérito do Fim do Mundo, mais de 1 milhão na Avenida Paulista, enquanto as capitais a Esplanada de Brasília, Copacabana, Recife e Salvador tiveram lotadas as suas avenidas.
O povo pede Democracia e Liberdade, direitos humanos universais rasgados pelos membros atuais do STF e transformados em instrumento de perseguição e tortura de conservadores devidamente carimbados e tatuados com a suástica de "anti-democráticos", "extremistas" e "fascistas".
Cansados da impunidade, os manifestantes pacíficos pedem a deposição dos déspotas como o inquisidor tirânico Alexandre imoral e colaboradores do ex-presidente que foi solto à revelia da Lei, dos códigos de processo penal e da Constituição, poderoso chefão que está sendo reconduzido ao poder com manobras inconstitucionais.
O povo representado pelos milhões de brasileiros que foram às ruas nas capitais e centenas de cidades do Brasil se rebelou contra a INSEGURANÇA JURÍDICA causada pela militância cada vez mais explícita dos que atuam fora dos princípios constitucionais e de Direito no interesse do chefão, o magnata ex-presimente que deveria apodrecer na cadeia pelos seus inúmeros e multibilionários crimes de lesa-pátria julgados nos tribunais nacionais e internacionais. Insegurança jurídica que paralisou a retomada da economia e dos investimentos que geram empregos, causando instabilidade angústia e inflação.



2.9.21
Tribunal do crime manda mais um para o 'microondas'
Esse autêntico tribunal do crime, a exemplo de seus sinistros pares nos morros do Rio de Janeiro, já condenou inúmeros inocentes e protege, negando a convocação e qualquer investigação, dos maiores larápios da pandemia, governadores, prefeitos e outros responsáveis por desvios de grande parte dos bilhões de reais enviados pelo governo federal para combater a Covid19.
Agora, com inveja das atrocidades do supremo carrasco de jornalistas, humoristas, influenciadores e políticos de direita, a camarilha da CPI resolveu sacrificar até motoboy e funcionários de empresas consideradas suspeitas.
Cansado de tanta iniquidade, perversão e injustiça, o povo brasileiro se prepara para seu grito de Socorro, Liberdade, Democracia e Justiça no dia da Independência do Brasil, como último apelo para o retorno do Estado de Direito roubado pela ala das Trevas encastelada nas maiores instâncias dos poderes Judiciário e Legislativo com aplauso de governadores, políticos e associados do lulopetismo e do Mecanismo que ocupou a maior parte do poder público brasileiro nas últimas décadas.
14.8.21
O golpe já foi dado e os golpistas já mandam no Brasil
Apesar de termos um presidente eleito por esmagadora maioria do povo (tudo indica que ele já teria sido eleito no primeiro turno se não houvesse fraudes na totalização dos votos), quem manda no Brasil não é ele.
Em 18 de junho de 2020, o Supremo Tribunal Federal deu o Golpe de Estado e assumiu o poder à revelia da Constituição, das leis, dos princípios básicos de Direito, da Declaração Universal dos Direitos Humanos assinada pelo Brasil e destruindo as bases do Estado Democrático de Direito ao proclamar o Inquérito do Fim do Mundo como válido e "legal". Inquérito que não reúne requisitos sequer para uma acusação (inexistente), quanto mais para uma investigação e, pior ainda, para diversas prisões políticas, já que carece de objeto ou motivo.
Pior que o pesadelo do personagem K. do conto "O Processo" de Franz Kafka, esse inquérito ilegal não especifica crime algum e coloca a pretensa "vítima" no papel de promotor, investigador e juíz, aberração que não seria admissível nem no Direito Romano da antiguidade.
Inicialmente, foi chamado de Inquérito das Fake News, e depois de caducar por falta de crime, prova ou acusação de qualquer ato ilegal, foi reeditado sob outro nome igualmente falso e injurioso.
Com aquele golpe quem manda no Brasil acima da lei e da Constituição é o STF e seus súditos do TSE e do Congresso, que bovinamente aceitaram a ingerência do STF em suas atividades, decisões, votações e até nos assuntos internos de partido.
A Corte Suprema de qualquer democracia é necessária e respeitada pelo seu papel de garantir o respeito à Constituição. No Brasil, a composição atual do Supremo Tribunal deveria ser substituída por desrespeitar sistematicamente a Constituição Nacional, suas cláusulas pétreas e até a jurisprudência do próprio STF.
O STF composto por militantes políticos cometeu os seguintes crimes administrativos, institucionais e tirânicos:
- cancelou a nomeação do delegado Ramagem pelo presidente da República para o comando da Polícia Federal para impedir investigações que pudessem prejudicar membros do STF, seus aliados, políticos corruptos e os mandantes do atentado ao então candidato Bolsonaro. Recentemente, demitiu delegado da PF que investigou o presidente e não encontrou nenhum desvio de conduta nem crime algum, invadindo o Poder Executivo,
- reuniu líderes de partidos para obrigá-los a mudar seus votos impedindo maior transparência nas eleições, numa clara invasão do Poder Legislativo pelo Poder Judiciário,
- promoveu a substituição de presidentes e membros de partidos e comissões parlamentares,
- invadiu residências, desapropriou, desempregou e prendeu jornalistas, influenciadores, humoristas e eleitores conservadores que apoiaram o presidente da República em manifestações pacíficas e democráticas, chamadas de "atos antidemocráticos" pelos ministros do Supremo que se sentiram atingidos por críticas e denúncias dos manifestantes. Igualando-se aos piores ditadores, um elemento do STF rasga o Artigo 5º da Constituição, ignorando os Direitos Fundamentais e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário.
- prendeu, desapropriou, torturou e deixou incomunicável e paraplégico o premiado jornalista Oswaldo Eustáquio, que ainda foi proibido de trabalhar e acessar qualquer rede social ou mídia eletrônica. O renomado repórter investigativo foi devolvido vivo à família somente após denúncia de seu defensor em Tribunal Internacional por desrespeito aos Direitos Humanos.
- o mesmo elemento do Poder Judiciário prendeu e destituiu um deputado federal, mantendo-o preso ilegalmente mesmo após o pagamento de fiança escandalosamente alta.
24.7.21
Brasil no BBB das urnas eletrônicas - só a transparência inviabilizará o golpe do Mecanismo lulopetista
Urnas eletrônicas auditáveis: o problema todo se resume na desconfiança de todos nós, eleitores brasileiros, sobre QUEM COMANDA o processo de apuração e totalização e a posterior divulgação dos resultados.
Esse é o motivo pelo qual o povo exigiu, há anos, o voto impresso que finalmente virou lei votada, aprovada e sancionada. Essa mesma lei foi desprezada em 2018 pelo TSE/STF bolivariano que alegou "inconstitucionalidade"(!!!).
Agora, o povo tem como última esperança para uma eleição transparente, o projeto de emenda constitucional (PEC) do Voto Auditável - do voto eletrônico com impressão dos votos - para evitar que o TSE e do STF novamente descumpram a Lei. A impressão do voto durante a votação é uma forma de dificultar as fraudes, pois possibilita a recontagem em caso de dúvidas ou de suspeita de fraudes.
O ministro Gilmar Mendes chegou a gravar depoimento, aos prantos, comovido com a intransigente defesa que o advogado Zanin fez do Chefão durante os inúmeros plenários dedicados aos recursos do meliante. Prova inequívoca da pessoalidade, parcialidade e imoralidade dessa corte que vive atendendo prontamente qualquer solicitação da extrema esquerda, desde as plenárias semanais para julgar recursos de Lula até a soltura dele junto ao seu comissário Dirceu (ou Daniel, seu codinome na facção terrorista) e dezenas de associados da imensa organização criminosa ligada a ele.
Como exemplo de militância política, partidarismo e inescrúpulo, o atual presidente do TSE, o militante Luís Roberto Barroso, chegou à audácia de invadir o Poder Legislativo negociando à plena luz do dia, PUBLICAMENTE, com os donos de 11 partidos políticos para que votassem contra a Lei do Voto Auditável.
Além desses 11 partidos que ainda não eram contra o voto auditável, Barroso e seus comparsas contam com a ala lulopetista do Legislativo, em especial o PT e seus satélites.
Não precisamos de hackers, crackers ou invasores de sistemas para termos urnas fraudadas. Bastam os integrantes do sistema eleitoral. Basta ver o que os responsáveis pelas eleições (como o presidente do TSE) andam fazendo para impedir a participação de seu desafeto. Barroso interferiu nas questões internas do partido Patriotas, impedindo que Bolsonaro se filiasse. Vale tudo para impedir que ele concorra com o "escolhido": o chefão nove dedos. Até a facada, cujos mandantes e autores o seu "tribunal" protege com sigilo telefônico, fiscal e bancário.
A seguir, algumas considerações sobre a vulnerabilidade das urnas, que não são tão relevantes quanto a manipulação delas por parte de quem deveria cuidar do processo eleitoral com isenção e transparência:
Segundo a Revista Oeste, equipe do professor Diego Aranha demonstrou como as urnas eletrônicas atuais são fraudáveis, podendo-se alterar resultados de eleições através de um software ou algoritmo espúrio através de um cartão de memória inserido na urna, leia na publicação:
https://revistaoeste.com/politica/ao-comentar-o-voto-auditavel-barroso-fala-em-confusao-e-golpe/
As utilizadas no Brasil, de primeira geração, que somente se utiliza, ainda, em Bangladesh, no Butão e no Brasil (o BBB do atraso eletrônico). A maioria dos países que utilizam urnas eletrônicas está na terceira geração.
Uma urna eletrônica é o hardware (equipamento) no qual o programa (software) processa os votos registrados na eleição. Para quem conhece seu funcionamento ou tem conhecimento básico na área de TI, é óbvio que o software de qualquer equipamento pode ser programado para processar e, portanto, alterar ou adulterar qualquer input (entrada de dados).
Um dos grandes fabricantes de urnas eletrônicas e equipamentos para bancos, caixas eletrônicos, etc. é a americana Diebold Nixdorf, que já foi condenada por suborno, falsificação de dados e fraudes em urnas eletrônicas nos EUA, Rússia, China e Indonésia. Devido a essas falhas e falta de confiabilidade, as urnas da Diebold Nixdorf foram banidas de países como Alemanha, Holanda, Paraguai e alguns estados dos EUA: https://medium.com/@FranklinBerwig/fabricante-das-urnas-eletr%C3%B4nicas-do-brasil-j%C3%A1-foi-condenada-por-fraude-falsifica%C3%A7%C3%A3o-e-suborno-77deaf05d947
- Você acredita mesmo que os milhões de brasileiros e dezenas de especialistas que pedem urnas auditáveis querem o retorno a bilhetes preenchidos à mão como antigamente?
- Não soube que o nível de segurança e software de nossas urnas hoje é tão atrasado quanto o de Bangladesh e Butão?
10.7.21
A corda arrebentou mas só vemos notas
O criminoso chefão da CPI do Renan, Omar Aziz, que desviou mais de 260 milhões da Saúde no estado do Amazonas causando a morte de dezenas de milhares de amazonenses, chegou às raias do autoritarismo e mandou prender um depoente que não quis vocalizar a ladainha por ele criada.
A corda arrebentou, e o povo, que já autorizou o presidente a acionar a Garantia da Lei e da Ordem, do Artigo constitucional 142 ou qualquer outra forma de Intervenção Constitucional, continua aguardando.
E espera que não seja surpreendido por
outra demissão de ministro fiel ao Brasil ao invés de PROVIDÊNCIAS, ou pela nomeação
de ministro petista "terrivelmente evangélico".
























