Esse proto-processo de ficção
científica ou filme de terror não existe sequer nas ditaduras atuais, pois na
Roma antiga também seria chamado de chacota.
Hora de levar o Sr. Barroso, seu
par Alexandre Imorais e demais comparsas encastelados no outrora supremo
Tribunal Federal, hoje repaginado para gabinete do Lula & Associados, a tribunais internacionais para evidenciar a ilegalidade, imoralidade e injustiça de diversas suas decisões nos últimos anos. Em situação vexaminosa que envolveu o governo americano através de sua embaixada, o ministro Moraes ordenou que o empresário americano Jason Miller, fundador da rede social Gettr, fosse preso no aeroporto internacional de Brasília no dia 7 de setembro, no âmbito do referido Inquérito do Fim do Mundo. Perguntados sobre qual crime teria sido cometido pelo empresário, qual lei teria sido descumprida ou ao menos qual o processo ou pretexto que determinaria a prisão intempestiva, os executores da ordem de prisão só souberam dizer que tudo era "segredo de justiça". A inusitada ordem de prisão e ausência total de motivos, requisitos ou razões para essa detenção motivou a assessoria jurídica da embaixada americana a recomendar ao americano que ignorasse a ordem de prisão.
O número de vítimas desse projeto
de O Processo kafkiano está aumentando a cada dia, incluindo desde jornalistas,
humoristas, mães e donas de casa, jornalistas, empresários, artistas,
políticos, influenciadores, e até pessoas com foro privilegiado como o deputado
Daniel Silveira e o presidente da República, chocando a opinião pública
nacional e internacional com a total ausência de motivos, crimes ou autos.
A tortura física e psicológica, expropriações, proibição
de sustentar a família, tratamento desumano e destruição de reputação tornam a referida chacota uma verdadeira piada de mau gosto que a mídia dominada e a bolha extremista já não concebem como aberração.
A escorchante fiança de R$
100.000,00 estipulada pelo algoz do parlamentar Daniel Silveira (preso por
crime de opinião, à revelia da Constituição e apesar da imunidade parlamentar)
foi paga após arrecadação em vaquinha organizada por seus eleitores. Mesmo
assim, ele não foi libertado, o que chega a superar a crueldade de grande parte dos sequestros perpetrados pelo crime organizado tradicional.
Ao mesmo tempo, a Suprema Inquisição do Século 21 liberta bandidos de alta periculosidade como chefes do
tráfico, o chefão do Mensalão e do Petrolão, e acaba de liberar para o regime semiaberto
um criminoso como Geddel Vieira Lima, membro de família criminosa que foi
flagrado com R$ 51 milhões em dinheiro vivo em Salvador.




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