Em um ato oficial, o ex-advogado do PT e circunstancial ministro Supremo do Brasil Dias Toffoli declarou, em um fórum organizado por seu colega Gilmar Mendes em Lisboa, que o Brasil agora tem um regime semi-presidencialista e que o STF exerce o poder moderador.
Isto significa que nosso país deixou de ser uma república presidencialista passando à condição de império no qual a Suprema Corte assume o poder moderador exercido pelo imperador sobre os outros dois poderes. O togado imperial não explicou se a mudança de forma de governo ocorreu por plebiscito, consulta pública, assembléia constituinte, PEC ou Golpe de Estado.
Com essa declaração na capital do antigo Império Portugues, o Supremo togado da Corte Brasileira proclamou o Terceiro Reich (ou Império) no Brasil, o Terceiro Reich, depois dos dois primeiros períodos imperiais: do Brasil Colônia (do império português) e do Brasil Império.
Oficializado o fim da república e do regime democrático (o fim do Estado de Direito já havia sido decretado em 18 de junho do ano passado através do Ato Inconstitucional IFM = Inquérito do Fim do Mundo), o mundo inteiro foi informado formalmente sobre o tipo de regime vigente em nosso sofrido torrão natal.
Resta saber o que as demais autoridades farão - desde o governo eleito pelo voto popular e que agora está oficialmente destituído de seus poderes executivos, até os governos ainda considerados democráticos do primeiro mundo.
O imperador-mor do Supremo Império vive e fala em realidade invertida: faz o que condena e destrói aquilo que diz defender: a Democracia, a Constituição e os Direitos Fundamentais. Insensível ao sofrimento alheio, manda prender e até extraditar, quando a vítima de sua determinação se encontra no Exterior. Se a vítima é torturada ou doente, impede seu tratamento; confisca, depaupera proibindo de trabalhar e sustentar a família, inventa inquéritos ilegais, condena e pune sem processo nem tipificação de crime, estabelece fiança imensa e, após o pagamento, não cumpre a soltura.
Criou um não-processo mais ilegal e temível do que "O Processo" de Franz Kafka.
Considera perigosíssimos os jornalistas, humoristas, donas de casa, parlamentares e professores que o criticam. Mas trata corrupto e chefão do crime como Lula e traficantes como se fossem cidadãos honrados.
Esse "inquérito" do Fim do Mundo foi batizado com a abstração 'Fake News', termo que não existe no ordenamento jurídico e que não caracteriza nenhum tipo de crime ou infração. Essa aberração já causou vexames internacionais ao Brasil: a tentativa (frustrada pela embaixada e autoridades americanas) de prender o empresário americano Jason Miller no aeroporto de Brasília e o pedido de extradição do jornalista brasileiro Allan dos Santos que mora nos EUA, pedido não atendido pela Interpol que ignora esse tipo de pedido quando parte de ditaduras como Cuba, Venezuela e Nicarágua.
O Brasil está começando a ser tratado como ditadura graças ao Terceiro Reich decretado por elementos da Corte Suprema Imperial e seu inquérito do Fim do Mundo que persegue, prende, torna incomunicáveis e 'cancela' inocentes por "crime de opinião". Assim, vem aumentando o número de presos políticos, exilados e reféns dessa ditadura.
O envolvimento ou a negligência, omissão ou conivência dos ministérios da Justiça e da chancelaria do Brasil acabam respingando no Executivo, fazendo parecer que o presidente eleito não comanda nem seus ministérios da Justiça e das Relações Exteriores.
A continuar apenas olhando e reclamando sem tomar uma atitude de mandatário, o semi-governante de nosso país tornará mais distante o desejo do povo brasileiro de reelegê-lo para finalmente avançar no Plano de Governo escolhido por quase 80% dos brasileiros em 2018.
Enquanto isso, temos um perigosíssimo chefão de organização criminosa internacional solto, conspirando contra o Brasil no exterior e no território nacional, gastando verbas públicas pagas pelo povo sofrido, e preparando-se para retornar ao poder e terminar de saquear o país com a ajuda da máquina pública aparelhada, mídia comprada, metacapitalistas e partidos extremistas estrangeiros.