26.2.22

Uma vez KGB, sempre KGB

Infelizmente, Putin colocou Bolsonaro numa saia justa, ao invés de aproveitar a oportunidade que a visita do brasileiro deu à sua popularidade e possibilidade de melhorar sua imagem.

O ditador, que junto ao colega sanguinário do PCChina sustenta a ditadura da Venezuela e outras, resolveu invadir a Ucrânia, onde o povo recentemente derrubou uma clePTocracia alinhada à Rússia e elegeu um outsider, um conservador liberal amante da democracia de fora do establishment, como aconteceu no Brasil em 2018. 

Putin e seu regime chamam o 'Bolsonaro' da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de nazista (apesar de se tratar de um judeu), extremista, etc. assim como a mídia tóxica e a esquerda do Brasil fazem com nosso presidente eleito. Aqui temos o braço armado do STF e do PT, respectivamente grupos, milícias e vândalos, MST, MTST, crime organizado juntos contra o presidente eleito, lá são as forças armadas russas invadindo a Ucrânia, quebrando todos os acordos internacionais da ONU, de Helsinque, o Memorando de Budapeste e esmagando a autodeterminação dos povos e a soberania internacional.

O governo brasileiro, através do embaixador Rubens Costa Filho, respondeu ontem no Conselho de Segurança da ONU de forma muito mais clara e detalhada do que os demais países que condenaram a covarde invasão:

"Renovamos nosso apelo pela cessação total das hostilidades, pela retirada das tropas e pela retomada imediata do diálogo diplomático".

"Procuramos manter o espaço de diálogo, mas ainda sinalizando que o uso da força contra a integridade territorial de um Estado-membro não é aceitável no mundo atual".




20.2.22

Distensão nas ameaças de guerra, desespero da grande mídia hegemônica

Autoridades do governo Biden anunciaram a invasão da Ucrânia pela Rússia e o início de um conflito mundial para a quarta-feira quando Bolsonaro se encontraria com Putin.

A visita de Bolsonaro à Rússia com sua postura destemida cumprindo missão de estadista demonstraram que ele exerce um real protagonismo mundial, contrastando com atitudes infrutíferas e poses humilhantes por parte de líderes como Makron e outros diante da crise. Isso deixa a esquerda em desespero, atirando até em memes.



A brusca redução nas ameaças de guerra durante visita de Bolsonaro a Moscou deixa em desespero o Partido das Trevas e seus membros dentro e fora dos poderes. A mídia cuspindo fogo, chamando soldados russos que caíram na guerra contra o nazismo de "comunistas". 

É hilário ver como Bolsonaro é recebido como estadista de primeiro nível nas visitas oficiais e nos encontros de cúpula internacionais, constatar o carinho da população desses países quando ele vai a lugares públicos comuns, e a histeria da mídia e suas agências de checagem trabalhando em turnos extras para desmentir as melhores montagens feitas sobre o evento.

 
Nas profundidades, o deep state que programa o retorno do maior larápio da História do Brasil ao poder não sabe mais como desmerecer ou ocultar a importância das vitórias de Bolsonaro nessa viagem:

  • estreitamento dos laços comerciais garantindo o suprimento de fertilizantes estratégicos e o crescimento de nossas exportações, além do intercâmbio tecnológico,
  • fortalecimento da postura independente e soberana do Brasil, conquistando mais um voto para se tornar membro permanente do seleto núcleo do Conselho de Segurança da ONU,
  • a postura de respeito, seriedade, independência do Brasil e o carisma de seu líder cuja empatia não faz distinção entre humildes e poderosos. A mídia venal não consegue esconder, omitir ou ocultar a popularidade de Bolsonaro, demonstrada sempre que aparece nas ruas de cada região do Brasil e até no exterior. Nem com as suspeitíssimas pesquisas de empresas como DataFolha, Ipespe (ex-Ibope), Genial, Quest e outros balcões de negócios dirigidos por militantes venais.

Apesar de todas as piadas e memes nas redes sociais, fato é que os pronunciamentos oficiais de Bolsonaro na Rússia e na Hungria, sempre concluindo com um claro apelo à paz e frisando que a guerra não interessa a nenhum dos lados, deixou Putin numa 'saia justa' e deu força à soberania de países como a Hungria e Ucrânia, ameaçados de invasão e atacados pela mídia de outros poderosos. A rigor, serviu até de alerta ao tirano Xi Jinping, em atual aproximação com Putin para 'legitimar' invasões e anexações. 

Mas a mídia só se preocupa com detalhes como o uso de coturno no encontro de presidentes, e o uso da frase "solidariedade com a Rússia" (para concluir que o Brasil estaria do lado errado na atual crise entre a Rússia e os EUA e aliados democráticos!), que poderia ter sido formulada como "solidariedade ao povo russo", deixando Putin numa saia mais justa ainda.  

Na disputa das mídias sociais, quem está com a razão, #BolsonaroComunista ou #BolsonaroEvitouAGuerra?

 


25.1.22

O Brasil perde seu maior pensador, o mundo, mais um grande filósofo.

 O Professor Olavo de Carvalho fará falta no mundo intelectual, mas deixa um grande legado.





12.1.22

Contrariando agências de Fake News, 100% dos óbitos pela variante Ômicron atingem quem foi triplamente vacinado no Brasil.

 Agências de Fake News, milícias antidemocráticas que espalham mentiras e criminosos de CPI espúria do Senado divulgaram que a vacinação era a única solução para a praga Covid 19 da China e representaria a redenção dos povos, eliminando a pandemia, as internações, os óbitos e a disseminação do vírus.

Contrariando os gabinetes do ódio do Senado, da grande imprensa e das redes sociais, a ineficácia das vacinas sem comprovação científica ficou comprovada com o fato de que a única vítima fatal da nova variante Ômicron no Brasil foi vacinada 3 vezes contra Covid19. 

Trata-se de uma evidência objetiva, comprovando empiricamente que no mundo real a tripla vacinação não evita o contágio, nem o agravamento ou a internação. Lamentavelmente, com três vacinas contra Covid19 nem sequer o óbito pelo mal chinês é evitado.

Portanto, estatisticamente, a totalidade (100% dos casos) de óbitos por Covid19 variante Ômicron no Brasil é de pessoas triplamente vacinadas, não havendo nenhuma vítima fatal da variante entre as não vacinadas, graças a Deus.


8.1.22

Supremacistas ameaçam a democracia no Brasil

Vivemos tempos sinistros e de tirania apesar de termos um presidente democrata defensor dos Direitos Fundamentais à vida, à liberdade, à propriedade e ao livre exercício da religião. Bolsonaro respeita a Constituição e a separação dos três poderes, até mesmo quando os outros dois afrontam flagrantemente esses baluartes da democracia.

Membros do Supremo Tribunal Federal têm dado ênfase apenas ao adjetivo de seu nome: supremo. Acham que o adjetivo extensivo aos seus membros, sua condição "suprema", é um salvo-conduto para ignorar a Constituição e atender à pauta do chefão ex-presidiário descondenado e de seus demais adeptos de ideologias que pregam o totalitarismo chavista, cubano, maoísta e petista.











Esses supremacistas já estão implantando a discriminação oficial e segregação de cidadãos no estilo praticado no nazismo, no maoísmo e no ex-imperialismo soviético. 

Estamos assistindo à implantação do totalitarismo através de identificação, do isolamento, confinamento e anulações diversas, calando, prendendo, impedindo de trabalhar, estudar, se locomover e frequentar espaços reservados aos aprovados pela supremacia. 

Essas práticas supremacistas avançam assustadoramente - em nome da "democracia", eufemismo para a clePTocracia - sem qualquer reação por parte da outrora atenta imprensa, nem do democrático presidente da República.

Quem manda no presidente, nos três poderes da república é o Supremo Poder Moderador, conforme o supremo Toffoli declarou em Lisboa no final de 2021. Nesse ano, a segunda turma do STF tomou várias decisões favoráveis ao maior larápio que já presidiu o país. Fez inúmeros processos retrocederem ao início, liberou imóveis, veículos, aplicações financeiras e saldos bancários multimilionários de Lula, bloqueados pela Justiça em inúmeros processos em decorrência de condenações em todas as instâncias.

Até membros nomeados por Bolsonaro têm participação de decisões estranhas à Constituição e aos Direitos Humanos. Candidatos conservadores como Ives Gandra Filho ou outros não foram cogitados nas nomeações de Bolsonaro porque diziam que "não passariam na sabatina" do Senado dominado pelo mecanismo. 

Não existe partido de direita ou conservador no Brasil, pois o comitê eleitoral lulopetista chamado de TSE não deixa. O partido Aliança, lançado por Bolsonaro com centenas de milhares - dizem que mais de um milhão - de apoiamentos, teve a contagem interrompida pelo TSE antes de chegar a 50.000. Depois de 1 ano sem contagem e procedimentos para a criação do Aliança, estranhos motivos impedem que o partido com maior número de apoiadores das últimas décadas seja criado.

Tristes tempos para a América Latina, com a extrema esquerda chegando ao poder até no Chile, que tem o melhor nível de bem estar social e padrão de vida entre os demais na região.
A antes riquíssima  Venezuela (maior potência petrolífera) hoje é o país mais pobre da América Latina, com o povo mais faminto do que o do Haiti e de Cuba.
A outrora rica e pujante Argentina já está tão miserável quanto a Bolívia, apenas 2 anos depois do retorno da esquerda ao poder.
Nós temos um governo que não roubou e não é de esquerda, e que o Mecanismo comunoglobalista quer derrubar.
Os institutos de pesquisa, a mídia e o sistema eleitoral são controlados pelos arautos do supremacismo lulopetista.
As urnas e a contagem e divulgação dos votos estão nas mãos de supremacistas declaradamente anti-Bolsonaro do TSE/STF.
Os adePTos do criminoso de 9 dedos e as facções que ele representa dentro e fora do país não precisam de hacker para adulterar resultados de urnas, eles é que vão manipular seus conteúdos e resultados.
Os responsáveis pelo comitê político eleitoreiro apelidado de tribunal eleitoral declaram abertamente que odeiam e execram o único candidato aclamado pelo povo de Norte a Sul. E tecem odes de adoração ao chefão do crime organizado internacional que eles mesmos soltaram e lançaram em candidatura à presidência à revelia da Lei da "Ficha Limpa", da Constituição, do Código de Processo Penal e da própria jurisprudência da casa.

28.11.21

Proclamado o Terceiro Reich na sede da antiga Colônia.

Em um ato oficial, o ex-advogado do PT e circunstancial ministro Supremo do Brasil Dias Toffoli declarou, em um fórum organizado por seu colega Gilmar Mendes em Lisboa, que o Brasil agora tem um regime semi-presidencialista e que o STF exerce o poder moderador. 

Isto significa que nosso país deixou de ser uma república presidencialista passando à condição de império no qual a Suprema Corte assume o poder moderador exercido pelo imperador sobre os outros dois poderes. O togado imperial não explicou se a mudança de forma de governo ocorreu por plebiscito, consulta pública, assembléia constituinte, PEC ou Golpe de Estado.

Com essa declaração na capital do antigo Império Portugues, o Supremo togado da Corte Brasileira proclamou o Terceiro Reich (ou Império) no Brasil, o Terceiro Reich, depois dos dois primeiros períodos imperiais: do Brasil Colônia (do império português) e do Brasil Império. 

Oficializado o fim da república e do regime democrático (o fim do Estado de Direito já havia sido decretado em 18 de junho do ano passado através do Ato Inconstitucional IFM = Inquérito do Fim do Mundo), o mundo inteiro foi informado formalmente sobre o tipo de regime vigente em nosso sofrido torrão natal.

Resta saber o que as demais autoridades farão - desde o governo eleito pelo voto popular e que agora está oficialmente destituído de seus poderes executivos, até os governos ainda considerados democráticos do primeiro mundo.


O imperador-mor do Supremo Império vive e fala em realidade invertida: faz o que condena e destrói aquilo que diz defender: a Democracia, a Constituição e os Direitos Fundamentais. Insensível ao sofrimento alheio, manda prender e até extraditar, quando a vítima de sua determinação se encontra no Exterior. Se a vítima é torturada ou doente, impede seu tratamento; confisca, depaupera proibindo de trabalhar e sustentar a família, inventa inquéritos ilegais, condena e pune sem processo nem tipificação de crime, estabelece fiança imensa e, após o pagamento, não cumpre a soltura.

Criou um não-processo mais ilegal e temível do que "O Processo" de Franz Kafka.

Considera perigosíssimos os jornalistas, humoristas, donas de casa, parlamentares e professores que o criticam. Mas trata corrupto e chefão do crime como Lula e traficantes como se fossem cidadãos honrados.

Esse "inquérito" do Fim do Mundo foi batizado com a abstração 'Fake News', termo que não existe no ordenamento jurídico e que não caracteriza nenhum tipo de crime ou infração. Essa aberração já causou vexames internacionais ao Brasil: a tentativa (frustrada pela embaixada e autoridades americanas) de prender o empresário americano Jason Miller no aeroporto de Brasília e o pedido de extradição do jornalista brasileiro Allan dos Santos que mora nos EUA, pedido não atendido pela Interpol que ignora esse tipo de pedido quando parte de ditaduras como Cuba, Venezuela e Nicarágua.

O Brasil está começando a ser tratado como ditadura graças ao Terceiro Reich decretado por elementos da Corte Suprema Imperial e seu inquérito do Fim do Mundo que persegue, prende, torna incomunicáveis e 'cancela' inocentes por "crime de opinião". Assim, vem aumentando o número de presos políticos, exilados e reféns dessa ditadura.

O envolvimento ou a negligência, omissão ou conivência dos ministérios da Justiça e da chancelaria do Brasil acabam respingando no Executivo, fazendo parecer que o presidente eleito não comanda nem seus ministérios da Justiça e das Relações Exteriores.

A continuar apenas olhando e reclamando sem tomar uma atitude de mandatário, o semi-governante de nosso país tornará mais distante o desejo do povo brasileiro de reelegê-lo para finalmente avançar no Plano de Governo escolhido por quase 80% dos brasileiros em 2018.

Enquanto isso, temos um perigosíssimo chefão de organização criminosa internacional solto, conspirando contra o Brasil no exterior e no território nacional, gastando verbas públicas pagas pelo povo sofrido, e preparando-se para retornar ao poder e terminar de saquear o país com a ajuda da máquina pública aparelhada, mídia comprada, metacapitalistas e partidos extremistas estrangeiros.

15.9.21

Insegurança Jurídica - Brasil é vítima de chacota e desprezo mundial

Barroso reconheceu que o Brasil é vítima de chacota e desprezo mundial, só não disse que é devido à insegurança jurídica total do país devido ao mais absurdo, ilegal, surreal e inexplicável Inquérito do Fim do Mundo de seus pares. 

Esse proto-processo de ficção científica ou filme de terror não existe sequer nas ditaduras atuais, pois na Roma antiga também seria chamado de chacota.

Hora de levar o Sr. Barroso, seu par Alexandre Imorais e demais comparsas encastelados no outrora supremo Tribunal Federal, hoje repaginado para gabinete do Lula & Associados, a tribunais internacionais para evidenciar a ilegalidade, imoralidade e injustiça de diversas suas decisões nos últimos anos. Em situação vexaminosa que envolveu o governo americano através de sua embaixada, o ministro Moraes ordenou que o empresário americano Jason Miller, fundador da rede social Gettr, fosse preso no aeroporto internacional de Brasília no dia 7 de setembro, no âmbito do referido Inquérito do Fim do Mundo. Perguntados sobre qual crime teria sido cometido pelo empresário, qual lei teria sido descumprida ou ao menos qual o processo ou pretexto que determinaria a prisão intempestiva, os executores da ordem de prisão só souberam dizer que tudo era "segredo de justiça". A inusitada ordem de prisão e ausência total de motivos, requisitos ou razões para essa detenção motivou a assessoria jurídica da embaixada americana a recomendar ao americano que ignorasse a ordem de prisão.

O número de vítimas desse projeto de O Processo kafkiano está aumentando a cada dia, incluindo desde jornalistas, humoristas, mães e donas de casa, jornalistas, empresários, artistas, políticos, influenciadores, e até pessoas com foro privilegiado como o deputado Daniel Silveira e o presidente da República, chocando a opinião pública nacional e internacional com a total ausência de motivos, crimes ou autos.

A tortura física e psicológica, expropriações, proibição de sustentar a família, tratamento desumano e destruição de reputação tornam a referida chacota uma verdadeira piada de mau gosto que a mídia dominada e a bolha extremista já não concebem como aberração.


A intransigência, o terror e a frieza dos carrascos, deixando o jornalista investigativo Oswaldo Eustáquio paraplégico e sem possibilidade de se tratar, agora ameaça a vida do presidente do Partido Trabalhista Brasileiro Roberto Jefferson que também não foi autorizado a retirar tornozeleira para realizar urgentes exames que suas enfermidades exigem.
Famílias inteiras são privadas de seu sustento devido à proibição de usarem meios eletrônicos e mídias necessários à sua profissão.

A escorchante fiança de R$ 100.000,00 estipulada pelo algoz do parlamentar Daniel Silveira (preso por crime de opinião, à revelia da Constituição e apesar da imunidade parlamentar) foi paga após arrecadação em vaquinha organizada por seus eleitores. Mesmo assim, ele não foi libertado, o que chega a superar a crueldade de grande parte dos sequestros perpetrados pelo crime organizado tradicional.

Ao mesmo tempo, a Suprema Inquisição do Século 21 liberta bandidos de alta periculosidade como chefes do tráfico, o chefão do Mensalão e do Petrolão, e acaba de liberar para o regime semiaberto um criminoso como Geddel Vieira Lima, membro de família criminosa que foi flagrado com R$ 51 milhões em dinheiro vivo em Salvador.

12.9.21

Milhões de brasileiros pacíficos lotaram as ruas do Brasil inteiro pela Liberdade e Democracia

No dia da Pátria, o Grito pela Liberdade e Democracia ecoou nas ruas de milhares de cidades do Brasil e registrou as maiores manifestações da História do Brasil nas principais capitais.

Apesar da pandemia mundial causada pela peste vinda de laboratório do regime chinês, o protesto contra a insegurança jurídica causada por extremistas do STF através da inconstitucional, ilegal e tirânica inquisição do Inquérito do Fim do Mundo, mais de 1 milhão na Avenida Paulista, enquanto as capitais a Esplanada de Brasília, Copacabana, Recife e Salvador tiveram lotadas as suas avenidas.

O povo pede Democracia e Liberdade, direitos humanos universais rasgados pelos membros atuais do STF e transformados em instrumento de perseguição e tortura de conservadores devidamente carimbados e tatuados com a suástica de "anti-democráticos", "extremistas" e "fascistas".

Cansados da impunidade, os manifestantes pacíficos pedem a deposição dos déspotas como o inquisidor tirânico Alexandre imoral e colaboradores do ex-presidente que foi solto à revelia da Lei, dos códigos de processo penal e da Constituição, poderoso chefão que está sendo reconduzido ao poder com manobras inconstitucionais. 

O povo representado pelos milhões de brasileiros que foram às ruas nas capitais e centenas de cidades do Brasil se rebelou contra a INSEGURANÇA JURÍDICA causada pela militância cada vez mais explícita dos que atuam fora dos princípios constitucionais e de Direito no interesse do chefão, o magnata ex-presimente que deveria apodrecer na cadeia pelos seus inúmeros e multibilionários crimes de lesa-pátria julgados nos tribunais nacionais e internacionais. Insegurança jurídica que paralisou a retomada da economia e dos investimentos que geram empregos, causando instabilidade angústia e inflação.


 
Os perversos destruidores da Constituição e da Democracia acusam os brasileiros das avenidas deste 7 de Setembro daquilo que fazem, chamam os patriotas daquilo que eles são e ainda falam em nome da Democracia e da Verdade através de seus arautos como o titular-raposa da Corte supremacista e militantes ostensivos como o supremo juiz eleitoral que comanda a Jabuticaba Eleitoral Federal, órgão estatal que manipulará as urnas sem deixar rastro e divulgará os resultados por ele desejados sem possibilidade de se auditar o processo eleitoral sem contraprova impressa. 

2.9.21

Tribunal do crime manda mais um para o 'microondas'

Depois de humilhar, insultar, constranger e caluniar seus alvos em sessões de virtual tortura e opressão sem direito ao contraditório, a Gangue dos 7 que dirige a CPI dos Capivaras tenta destruir reputações quebrando o sigilo, dando ordens de prisão, destituição e execração das vítimas de sua sanha pérfida. O tribunal em que perversos colecionadores de processos, investigações e acusações se apresentam travestidos de juízes e investigadores, defendendo corruptos e criminosos e condenando inocentes, servidores honestos e heróicos como as médicas que dedicaram suas carreiras e arriscaram suas vidas salvando milhares de vítimas do vírus chinês.

Esse autêntico tribunal do crime, a exemplo de seus sinistros pares nos morros do Rio de Janeiro, já condenou inúmeros inocentes e protege, negando a convocação e qualquer investigação, dos maiores larápios da pandemia, governadores, prefeitos e outros responsáveis por desvios de grande parte dos bilhões de reais enviados pelo governo federal para combater a Covid19.

Agora, com inveja das atrocidades do supremo carrasco de jornalistas, humoristas, influenciadores e políticos de direita, a camarilha da CPI resolveu sacrificar até motoboy e funcionários de empresas consideradas suspeitas. 

Cansado de tanta iniquidade, perversão e injustiça, o povo brasileiro se prepara para seu grito de Socorro, Liberdade, Democracia e Justiça no dia da Independência do Brasil, como último apelo para o retorno do Estado de Direito roubado pela ala das Trevas encastelada nas maiores instâncias dos poderes Judiciário e Legislativo com aplauso de governadores, políticos e associados do lulopetismo e do Mecanismo que ocupou a maior parte do poder público brasileiro nas últimas décadas.

Outro tribunal similar, tanto na quebra das regras constitucionais e processuais básicas quanto na truculência, desrespeito aos direitos humanos, na extrema pessoalidade, parcialidade e pré-julgamento, é o Supremo Conselho da Verdade que acaba de criar o equivalente ao Ministério da Verdade de George Orwell em sua obra "1984". 
Felizmente, apesar da crueldade, da destruição de reputações, carreiras e subsistência de famílias, dos confiscos, prisões políticas, tortura e sequelas causadas em suas vítimas, até o momento ainda não houve casos fatais, como ocorre com seus similares dos morros e periferias em que domina o crime organizado (mais especificamente: o narcotráfico).

PS.: Fatos alarmantes se somaram nas últimas horas antes do dia da Independência e do Grito pela Liberdade e Democracia: 
Novos personagens de renome nacional estão sendo indiciados, intimados, confiscados, ameaçados com ordens de quebra de sigilo, confisco e prisão, engrossando a lista de perseguidos e presos políticos, vítimas da Ditadura da Toga (e de seus asseclas do 'establishment' lulopetista) por "crime de opinião": o famoso e tradicional cantor sertanejo Sérgio Reis, a deputada Carla Zambelli, empresários de renome como Luciano Hang, o respeitado jornalista Wellington Macedo (reduzido a "blogueiro" pelos militantes subservientes à ditadura), e outros tantos brasileiros conservadores, liberais e independentes que são demonizados como "ultra-direita", classificados como "bolsonaristas" pelo Ministério da Verdade lulopetista.
O intuito é intimidar os milhões de brasileiros que irão às ruas no dia 7 de setembro para implorar por democracia e liberdade, pelo respeito aos Direitos Humanos e à Constituição que foi rasgada pelo STF com anuência da massa corrupta do Legislativo. Os verdadeiros detentores do poder transformaram em crime o patriotismo, a civilidade, o apoio ao Brasil e ao governante eleito pela imensa maioria dos brasileiros.

14.8.21

O golpe já foi dado e os golpistas já mandam no Brasil

Apesar de termos um presidente eleito por esmagadora maioria do povo (tudo indica que ele já teria sido eleito no primeiro turno se não houvesse fraudes na totalização dos votos), quem manda no Brasil não é ele.

Em 18 de junho de 2020, o Supremo Tribunal Federal deu o Golpe de Estado e assumiu o poder à revelia da Constituição, das leis, dos princípios básicos de Direito, da Declaração Universal dos Direitos Humanos assinada pelo Brasil e destruindo as bases do Estado Democrático de Direito ao proclamar o Inquérito do Fim do Mundo como válido e "legal". Inquérito que não reúne requisitos sequer para uma acusação (inexistente), quanto mais para uma investigação e, pior ainda, para diversas prisões políticas, já que carece de objeto ou motivo.

Pior que o pesadelo do personagem K. do conto "O Processo" de Franz Kafka, esse inquérito ilegal não especifica crime algum e coloca a pretensa "vítima" no papel de promotor, investigador e juíz, aberração que não seria admissível nem no Direito Romano da antiguidade.

Inicialmente, foi chamado de Inquérito das Fake News, e depois de caducar por falta de crime, prova ou acusação de qualquer ato ilegal, foi reeditado sob outro nome igualmente falso e injurioso.

Com aquele golpe quem manda no Brasil acima da lei e da Constituição é o STF e seus súditos do TSE e do Congresso, que bovinamente aceitaram a ingerência do STF em suas atividades, decisões, votações e até nos assuntos internos de partido.

A Corte Suprema de qualquer democracia é necessária e respeitada pelo seu papel de garantir o respeito à Constituição. No Brasil, a composição atual do Supremo Tribunal deveria ser substituída por desrespeitar sistematicamente a Constituição Nacional, suas cláusulas pétreas e até a jurisprudência do próprio STF.

O STF composto por militantes políticos cometeu os seguintes crimes administrativos, institucionais e tirânicos:

  • cancelou a nomeação do delegado Ramagem pelo presidente da República para o comando da Polícia Federal para impedir investigações que pudessem prejudicar membros do STF, seus aliados, políticos corruptos e os mandantes do atentado ao então candidato Bolsonaro. Recentemente, demitiu delegado da PF que investigou o presidente e não encontrou nenhum desvio de conduta nem crime algum, invadindo o Poder Executivo,
  • reuniu líderes de partidos para obrigá-los a mudar seus votos impedindo maior transparência nas eleições, numa clara invasão do Poder Legislativo pelo Poder Judiciário,
  • promoveu a substituição de presidentes e membros de partidos e comissões parlamentares,
  • invadiu residências, desapropriou, desempregou e prendeu jornalistas, influenciadores, humoristas e eleitores conservadores que apoiaram o presidente da República em manifestações pacíficas e democráticas, chamadas de "atos antidemocráticos" pelos ministros do Supremo que se sentiram atingidos por críticas e denúncias dos manifestantes. Igualando-se aos piores ditadores, um elemento do STF rasga o Artigo 5º da Constituição, ignorando os Direitos Fundamentais e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário.
  • prendeu, desapropriou, torturou e deixou incomunicável e paraplégico o premiado jornalista Oswaldo Eustáquio, que ainda foi proibido de trabalhar e acessar qualquer rede social ou mídia eletrônica. O renomado repórter investigativo foi devolvido vivo à família somente após denúncia de seu defensor em Tribunal Internacional por desrespeito aos Direitos Humanos.
  • o mesmo elemento do Poder Judiciário prendeu e destituiu um deputado federal, mantendo-o preso ilegalmente mesmo após o pagamento de fiança escandalosamente alta.

Com a prisão infundada, ilegal e despropositada do presidente do PTB, Roberto Jefferson, pelo crime de dizer várias verdades e alegadamente ofender o ministro iMoraes, a corte bolivariana reforçou o Golpe de Estado e a Ditadura da Toga Vermelha.