Urnas eletrônicas auditáveis: o problema todo se resume na desconfiança de todos nós, eleitores brasileiros, sobre QUEM COMANDA o processo de apuração e totalização e a posterior divulgação dos resultados.
O TSE é presidido e dominado por militantes petistas e/ou extremistas como Barroso, Lewandowski, Toffoli, Fachin e Moraes, além de um grande número de funcionários vinculados aos partidos de esquerda com os quais os desgovernos petistas ocuparam o setor público do país.
Esse é o motivo pelo qual o povo exigiu, há anos, o voto impresso que finalmente virou lei votada, aprovada e sancionada. Essa mesma lei foi desprezada em 2018 pelo TSE/STF bolivariano que alegou "inconstitucionalidade"(!!!).
Agora, o povo tem como última esperança para uma eleição transparente, o projeto de emenda constitucional (PEC) do Voto Auditável - do voto eletrônico com impressão dos votos - para evitar que o TSE e do STF novamente descumpram a Lei. A impressão do voto durante a votação é uma forma de dificultar as fraudes, pois possibilita a recontagem em caso de dúvidas ou de suspeita de fraudes.
O povo não acredita mais no TSE (cujo presidente também é membro do STF bolivariano) diante da extrema militância, do envolvimento político explícito, pessoal, emocional e engajado dos ministros bolivarianos em votações, decisões e deliberações do Parlamento.
O povo não acredita mais nos ministros do TSE/STF em virtude das ameaças, arbitrariedades contra jornalistas (incluindo confisco, prisão ilegal, tortura e incomunicabilidade), contra humoristas, artistas e políticos conservadores. Não confia nesses militantes de toga devido à descarada defesa inconstitucional, ilegal e imoral do Chefão da maior organização criminosa da história do Brasil e de seus asseclas, hoje todos soltos e impunes.

O ministro Gilmar Mendes chegou a gravar depoimento, aos prantos, comovido com a intransigente defesa que o advogado Zanin fez do Chefão durante os inúmeros plenários dedicados aos recursos do meliante. Prova inequívoca da pessoalidade, parcialidade e imoralidade dessa corte que vive atendendo prontamente qualquer solicitação da extrema esquerda, desde as plenárias semanais para julgar recursos de Lula até a soltura dele junto ao seu comissário Dirceu (ou Daniel, seu codinome na facção terrorista) e dezenas de associados da imensa organização criminosa ligada a ele.
Como exemplo de militância política, partidarismo e inescrúpulo, o atual presidente do TSE, o militante Luís Roberto Barroso, chegou à audácia de invadir o Poder Legislativo negociando à plena luz do dia, PUBLICAMENTE, com os donos de 11 partidos políticos para que votassem contra a Lei do Voto Auditável.
Além desses 11 partidos que ainda não eram contra o voto auditável, Barroso e seus comparsas contam com a ala lulopetista do Legislativo, em especial o PT e seus satélites.
Não precisamos de hackers, crackers ou invasores de sistemas para termos urnas fraudadas. Bastam os integrantes do sistema eleitoral. Basta ver o que os responsáveis pelas eleições (como o presidente do TSE) andam fazendo para impedir a participação de seu desafeto. Barroso interferiu nas questões internas do partido Patriotas, impedindo que Bolsonaro se filiasse. Vale tudo para impedir que ele concorra com o "escolhido": o chefão nove dedos. Até a facada, cujos mandantes e autores o seu "tribunal" protege com sigilo telefônico, fiscal e bancário.
A seguir, algumas considerações sobre a vulnerabilidade das urnas, que não são tão relevantes quanto a manipulação delas por parte de quem deveria cuidar do processo eleitoral com isenção e transparência:
Segundo a Revista Oeste, equipe do professor Diego Aranha demonstrou como as urnas eletrônicas atuais são fraudáveis, podendo-se alterar resultados de eleições através de um software ou algoritmo espúrio através de um cartão de memória inserido na urna, leia na publicação:
https://revistaoeste.com/politica/ao-comentar-o-voto-auditavel-barroso-fala-em-confusao-e-golpe/
As utilizadas no Brasil, de primeira geração, que somente se utiliza, ainda, em Bangladesh, no Butão e no Brasil (o BBB do atraso eletrônico). A maioria dos países que utilizam urnas eletrônicas está na terceira geração.
Uma urna eletrônica é o hardware (equipamento) no qual o programa (software) processa os votos registrados na eleição. Para quem conhece seu funcionamento ou tem conhecimento básico na área de TI, é óbvio que o software de qualquer equipamento pode ser programado para processar e, portanto, alterar ou adulterar qualquer input (entrada de dados).
Um dos grandes fabricantes de urnas eletrônicas e equipamentos para bancos, caixas eletrônicos, etc. é a americana Diebold Nixdorf, que já foi condenada por suborno, falsificação de dados e fraudes em urnas eletrônicas nos EUA, Rússia, China e Indonésia. Devido a essas falhas e falta de confiabilidade, as urnas da Diebold Nixdorf foram banidas de países como Alemanha, Holanda, Paraguai e alguns estados dos EUA: https://medium.com/@FranklinBerwig/fabricante-das-urnas-eletr%C3%B4nicas-do-brasil-j%C3%A1-foi-condenada-por-fraude-falsifica%C3%A7%C3%A3o-e-suborno-77deaf05d947
Voto eletrônico impresso pode ser fraudado?
Nas eleições fraudadas eletronicamente em 2012 (Haddad) e em 2014 ( Dilma) estudei a questão.
1) A venezuelana SmartMatic que faz o software e
2) A americana Diebold que fez as urnas.
Já
na época (2014), descobri processos, denúncias, investigações
(incluindo FBI) sobre a SmartMatic e seu algoritmo de adulteração de
resultados sem deixar a fraude aparente (pelo cruzamento de dados,
análise de tendência e evolução da contagem, modelos matemáticos, etc.) e
países onde atua, holding de fachada e seus sócios.
Sobre a Diebold,
já havia várias condenações por fraude em suas máquinas eletrônicas,
inclusive em urnas que registravam o voto digitado, imprimiam esse voto
com o mome, número e até foto do candidato CORRETO, MAS lançava o nome
do outro candidato na somatória eletrônica dos votos. Neste caso, só se
descobriu quando contaram manualmente os votos impressos e compararam
com o resultado do voto eletrônico divulgado.
Pelo menos o voto
eletrônico impresso é auditável, como no exemplo acima, que levou à
anulação da eleição e condenação da Diebold.
O histórico da venezuelana SmartMatic, presente em diversos países do mundo e nas fraudes eleitorais do Brasil e também nas últimas eleições da Argentina e dos EUA, está nas páginas do WikiLeaks com relatórios vazados dos serviços de informações americanos.
A urna eletrônica sem impressão do
voto nem 'backup' simplesmente não é auditável, não há rastreabidade nem
dados que se possa fazer 'cross check', portanto não há meios para
verificar se houve ou não houve fraude.
Aliás Bolsonaro apresentou
suas "provas" na 'live' de 08.07. 2021, e explicou: é aquele estudo
matemático realizado em 2014 que comprovou a fraude na "reeleição" do
poste de Lula. É aquele modelo matemático que analisa a evolução, minuto
a minuto, da contagem dos votos, demonstrando saltos e alternâncias
improváveis ou mesmo impossíveis em votações reais não manipuladas.
São
os rastros, indícios de manipulação que comprovam fraudes quando se
aplica modelos matemáticos à evolução das apurações de votos.
A
lógica é tão simples como a metáfora de usarmos uma calculadora na qual
você digita a contagem de papeizinhos enquanto eu anoto o número dessa
contagem num papel.
Sem registro impresso (ou anotado, na metáfora) e
depois de se queimar os papeizinhos, não há como verificar a posteriori
quantos papeizinhos existiram.
Pronto, expliquei sem os termos técnicos em inglês.
Perguntemos a Barroso, iMoraes & cia.:
- Você
acredita mesmo que os milhões de brasileiros e dezenas de especialistas
que pedem urnas auditáveis querem o retorno a bilhetes preenchidos à
mão como antigamente?
- Não soube que o nível de segurança e software de nossas urnas hoje é tão atrasado quanto o de Bangladesh e Butão?
Mas os especialistas
consideram mais grave ainda a insegurança em relação à manipulação
INTERNA, dentro do TSE, a chamada insegurança interna do sistema
eleitoral. Sabendo que os ministros que presidem o TSE, vindos do STF e
nomeados por Lula &Cia., ativistas judiciários militando abertamente
contra o presidente e atendendo sempre a todos os pedidos dos partidos
de extrema esquerda e seu chefão.