A ditadura do STF instalada, a cada semana somos torturados pelos atos insanos em defesa do crime organizado e da convulsão social.
A clePTocracia instalada em 2003 está sendo consolidada e ampliada apesar do voto popular que colocou um homem de fora do
establishment no poder. Engessado, emparedado e bombardeado pelo STF, pela maioria corruPTa do Legislativo e pela mídia cooPTada, o novo governo é impedido de sanear o país pelos artifícios mais absurdos, ilógicos e insanos, além da guerra assimétrica na qual o novo governo é acusado de tudo apesar de agir dentro da lei, enquanto os criminosos e corruptos são tratados como heróis e exemplos de retidão.
Emblemática foi a cena, filmada e televisionada em rede nacional, da multimilionária bancada de advogados do crime organizado cumprimentando Gilmar Mendes e festejando o voto decisivo da também bolivariana Rosa Weber em favor da impunidade geral dos criminosos e chefões de organizações criminosas.
Cena grotesca, evidentíssima, não é considerada irregular, enquanto esse mesmo STF aceita "vazamentos" obtidos de forma criminosa e adulterados para incriminar juízes, promotores e agentes da lei que atuaram de forma límpida e correta na Operação Lava Jato.
A mídia tóxica e os pseudo-juristas que se apoderaram da corte superior aceitam como "provas" as supostas mensagens roubadas, hackeadas por criminosos, editadas e adulteradas por pseudo-página de agentes estrangeiros procurados por crimes no Reino Unido e EUA, e publicadas pela mídia imunda para tentar incriminar os juízes e promotores da Lava-Jato.
Nos últimos meses, o STF destruiu os pilares do Estado de Direito e desprezou os mais antigos princípios dos primórdios do Direito romano.
Anulou e desativou as atividades do COAF, órgão criado para vigiar o crime organizado e o terrorismo no século passado para cumprir acordo internacional que o Brasil assinou com as maiores democracias do planeta para combater o crime organizado e o terrorismo internacional.
A OCDE e entidades internacionais de combate ao crime estão questionando essa absurda decisão monocrática do petista presidente do Supremo Tribunal Eleitoral.
Em seguida, o STF, extrapolando e desrespeitando sua função constitucional, inventou um processo inédito em que ele mesmo é o autor, o promotor, o investigador e o juiz, tudo para censurar um noticiário que denunciava irregularidades de membros daquele tribunal bolivariano.
Para coroar o crime, o PGR nomeado pelo presidente da república após pressões e lobby intenso, confirma suas origens e seu DNA legitimando o processo mais ilegítimo da história, procedimento que nem Kafka teria imaginado em seu "O Processo".