A História nos ensinou, desde a Antiguidade, que o preço da Liberdade dos povos sempre foi alto.
Não poderia ser diferente para uma das mais antigas e sólidas democracias.
Mesmo após o povo do Reino Unido ter votado a favor da saída da União Européia, sucessivas tentativas de concretizar a escolha da população foram bombardeadas dentro e fora daquela monarquia.
Três anos se passaram, uma brava e respeitosa primeira-ministra conservadora, Theresa May, acabou renunciando diante das barreiras e dos intransponíveis obstáculos levantados por obscuras forças à vontade do povo britânico.
Seu sucessor, apresentado pela mídia tóxica dominante nacional e internacional como digno de chacota - o que fazem com todos os líderes conservadores eleitos maciçamente pelos seus povos, como no caso dos EUA, Brasil, Polônia, etc. - e anunciado por suspeitas pesquisas de opinião como fracasso garantido, obteve, nesta quinta-feira dia 12 de dezembro, a vitória esmagadora nas eleições gerais que proporcionaram 365 das 650 cadeiras do parlamento. O partido de esquerda, "trabalhista", apresentado como majoritário pela mídia e pelas pesquisas, ficou com 203 cadeiras.
Esperamos que o povo britânico, após mais esta demonstração inequívoca de sua vontade, veja seu sonho de liberdade realizado.


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