Jair Bolsonaro lembrou à nação, em ‘live’ de 16/09/2018: JOÃO 8:32 – E conhecereis a Verdade, e a Verdade os libertará.
O fato em si - o atentado à vida do candidato à presidência Jair Messias Bolsonaro - além de gravíssimo diante da História do Brasil e das nações, revelou de imediato que ele é diferente dos demais, e visado pelos poderosos da corja intolerante da esquerda brasileira, pelas "forças ocultas", para citar Getúlio Vargas, ou pela "Máquina", para mencionar filme recente que fez alusão à organização criminosa comandada por Lula e seu poste Dilma.
A "coincidência" não é somente cronológica - similar à queda do avião com o candidato Eduardo Campos na campanha presidencial de 2014 - e de "modus operandi", lembrando o assassinato de Celso Daniel e Toninho, prefeitos de Santo André e de Campinas, respectivamente.
A coincidência também é ética e ideológica, pois ficou claro que Bolsonaro representa um perigo para os criminosos, os corruptos, os "colarinhos brancos" e toda sorte de larápios que combatem a ética, a lei e a ordem, assim como para os ideólogos e fomentadores do ódio de classe, raça, gênero, etc.
Um frio assassino profissional, treinado e pago para matar o único candidato que representa uma esperança de mudança para melhor, é apresentado pela corja e seus replicantes da mídia como "um maluco solitário", quando na verdade é membro de partido de extrema esquerda ligado ao PT. Foi filiado oficial do PSOL, e se "desfiliou" quando passou a se dedicar a causas assassinas, para não comprometer o seu partido. Obviamente continuou membro da facção, que lhe forneceu prontamente um esquadrão de advogados famosos em causas do crime organizado e da esquerda, que chegaram de jatinho na mesma tarde do atentado. A marca da mesma besta - desde Santo André - que vem destruindo o Brasil desde o início deste século.
Resumindo: o ódio da extrema esquerda e de seus satélites vai revelando seus aliados até então ocultos. Chefões da mídia, das universidades e do tráfico, unidos contra Bolsonaro, proíbem artistas, jornalistas e moradores das favelas de apoiarem e votarem no candidato que luta pela vida no hospital.
O escárnio, a vergonhosa exploração do sofrimento de Bolsonaro com indiferença e ódio, e a torcida pérfida ensandecida começa a revelar a verdadeira face dessa seita satânica cuja divindade tem 9 dedos, e agora, a verdadeira face de seus aliados.
Por incrível que pareça, candidatos que até então vinham sendo considerados pelos brasileiros de bem, trabalhadores, empreendedores, desempregados e aposentados, começam a mostrar sua verdadeira cara.
A decepção que tivemos com Aécio ao ouvirmos gravação que revelava a sua verdadeira face criminal está acontecendo de novo.
Como é que nossos candidatos são capazes de tomar partido CONTRA a vítima, minimizando a ameaça real representada pelos candidatos do crime organizado?
Como podem ignorar a presença poderosa e aterradora da organização criminosa, a ORCRIM disfarçada de partido com seus partidos-satélites e suas "sintonias" (setores, na linguagem cifrada dos criminosos) política, jurídica, armada e militante?
A verdade revelada nesta semana:
- Geraldo Alckmin: nosso ex-governador e ex-candidato à presidência, ignorando a AMEAÇA REAL de retorno do lulopetismo ao poder, ataca Bolsonaro com clichês infames que a extrema esquerda criou para difamar Bolsonaro, com ataques furiosos de sua campanha contra a vítima de tentativa de assassinato e, ignorando o perigo da extrema esquerda comandada pelo criminoso condenado hospedado na suíte da PF de Curitiba, faz afirmações caluniosas e cínicas contra o candidato do PSL.
- João Amoedo: diante das revelações sobre a fundação do partido Novo por Eike Batista durante o desgoverno Dilma e da impossibilidade de ir para o segundo turno - se houver - nosso ex-candidato liberal começa a assumir posturas cada vez mais "em cima do muro" chegando ao limite marinista de alienação - achando que isso é isenção - de dizer que não apoiará ninguém no segundo turno (mesmo sob ameaça de voltarmos ao domínio do PT bolivariano que transformará o Brasil na próxima Venezuela). Ainda replicou, por ignorância e desespero, mentiras do lulopetismo contra Bolsonaro, confundindo seus atos com os de Ciro Gomes, único candidato que bate em mulher.
- Álvaro Dias, ex-tucano e esquerdista que até hoje posava de independente, ético e da espécie "centro esquerda limpinha", revelou seu lado sinistro, no melhor estilo da extrema esquerda petista ou de seu compatriota "maria louca" Requião, soltou o demônio que o habitava, quando um apoiador sugeriu, durante campanha, que ele apoiasse Bolsonaro: "Um bandido, vagabundo, está quase morto, vocês vão ver!". Com essas aberrações, Álvaro Dias morreu para quem buscava uma alternativa de "centro-esquerda".
- O candidato Meirelles tem histórico comprometido por sua estreita colaboração com o lulopetismo, não só com cargos públicos mas também como conselheiro do grupo dos laranjas do clã Lula, a famosa "Friboi do Lulinha", sem contar que ele insistiu com Temer para que recebesse o sinistro testa-de-ferro Joesley no palácio para cair na armadilha de Janot, a gravação da polêmica frase "tem que manter isso, viu?".
- Os demais, a extrema esquerda brasileira são aliados do lulopetismo chavista, de bolos do PSOL a Marina Silva da Rede.





















