1.9.18

Lula inelegível - só no Brasil os tribunais ficam à disposição de larápio para julgar o óbvio


O teatrinho montado pela mídia hegemônica para colar estereótipos na testa de quem não faz parte da Máquina resultou novamente num retumbante tiro no pé. A sabatina-inquérito da Globo revelou um inédito efeito bumerangue no caso de Bolsonaro, sacudindo a emissora dominante.
Mas a Máquina não parou. Os tribunais do Brasil, pagos pelo povo e mobilizados toda semana para atender ao "cliente"-chefão que tem o país aos seus pés, montou outro espetáculo para julgar o óbvio (uma candidatura que nem poderia ter sido anunciada) e para "validar" uma "recomendação" FAKE de um grupo de petistas de uma subcomissão de um Conselho da ONU.

Essa farsa foi montada por petistas que Lula e Dilma nomearam para a ONU e que hoje são pagos com nosso dinheiro - e grana de outros países-membros - para militar em prol de Lula e do PT na ONU. Espertamente, esses petistas utilizaram papel timbrado da ONU para imprimir uma "recomendação" mentirosa redigida pelos prepostos de Lula e assinada por funcionários e "especialistas" (de carteirinha) contratados por esses petistas para assinar o documento dessa subcomissão, em nome do Conselho dos Direitos Humanos da ONU. Esse Conselho desmentiu e desautorizou OFICIALMENTE essa recomendação fake. Mesmo assim, o TSE tratou esse falso documento como se fosse um parecer oficial da ONU, tendo sido até acatado pelo petista de plantão daquela sessão do TSE, Edson Fachin.

Mas os demais magistrados - com a graça de Deus e para o resgate da imagem da Justiça - seguiram a Lei e fizeram Justiça. 6 a 1 para o Brasil.
P.S. Mas como estamos no Brasil de Lula, a lei não vale para ele, pois as propagandas do PT iniciaram o dia seguinte com a voz capirota do facínora anunciando os candidatos petistas, numa clara afronta à decisão plenária do TSE. E o próprio TSE desrespeitou a Lei quando seu ex-presidente Gilmar Mendes determinou que 95% dos votos das eleições de 2018 NÃO sejam impressos, numa clara e revoltante afronta à Lei do Voto Impresso, de autoria de Bolsonaro, aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado e sancionada pelo Presidente da República.
PS.2: Na noite de 01 de setembro, posterior ao julgamento do TSE, os noticiários relataram que houve uma reunião fechada após o julgamento para AUTORIZAR que o facínora apareça na campanha desde que não como candidato.
Mais uma vez uma vitória meia-boca, meia-bomba do Brasil.
Como o impeachment meia boca com Dilma mantendo palácio e direitos políticos e presidenciais, a prisão meia boca do facínora em suíte escritório central de campanha.
É uma contínua frustração dos anseios populares, uma eterna enganação e humilhação do povo indignado.
O Brasil Meia Boca da era lulopetista que ainda não acabou.

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