A mídia tóxica e demais aliados da organização criminosa continuam fazendo tudo para impedir que Bolsonaro governe. Cada ato, cada fala, cada decisão e cada providência que este governo tomou para livrar o Brasil da falência total à qual os governos lulopetistas condenaram nosso país, a mídia hegemônica, a parcela corrupta do Legislativo e do Judiciário entram em ação. Bloqueiam votações ou votam contra, nesses dois poderes, sempre desfazendo ou desconstruindo os avanços do novo governo.
A estrutura ministerial do novo governo virou objeto de falsas polêmicas, controvérsias e críticas de setores tradicionalmente envolvidos com corrupção nos 3 poderes, e principalmente de intrigas e 'fake news' na mídia dominante, mesmo tendo reduzido o número de ministérios e sendo mais enxuta, racional e efetiva.
Graças à maior manifestação a favor de um governo em toda a História do Brasil e depois de uma interminável sequência de obstáculos, chicanas e chantagens, a Câmara dos Deputados aprovou a MP 870 que definia a nova estrutura ministerial, mas ainda assim desfigurando a mesma com mudanças inexplicáveis, como por exemplo a transferência do COAF do ministério da Justiça para o da Economia.
Graças à maciça pressão das mídias sociais - as mesmas que superaram o bilionário Mecanismo lulopetista e garantiram a vitória do capitão nas eleições sem dinheiro, sem um minuto de tempo ou propaganda na televisão, sem marqueteiro nem apoio de coligações - aconteceu outro "milagre", ou fenômeno jamais visto nas últimas décadas: o senado começou a trabalhar na segunda-feira e aprovou, no limite do prazo, a Medida Provisória 871 que estabelecia o combate às fraudes no INSS.
Mesmo na votação desta segunda-feira no senado, houve quem tivesse o descaramento de se opor ao combate às fraudes.

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