O dia em que os pelegos e algozes da classe trabalhadora fazem discursos Brasil afora, com carta do Chefão presidiário a seus petistas, a impunidade e hegemonia socialista da mídia nos proporcionam outro espetáculo de terror.
O chamado "Dia Internacional do Trabalho" se iniciou com imagens de uma imensa fila de desempregados formando 2 quilômetros em Belo Horizonte, e o trágico desabamento de um edifício no centro de São Paulo, invadido por movimentos sociais (leia-se: socialistas) que exploram os trabalhadores sem teto na cidade.
A coroação do descalabro socialista implantado no Brasil desde o final da década de oitenta e consolidado pelos (des)governos petistas em forma de corrupção institucionalizada e generalizada - além da máquina estatal federal, estadual e municipal do país - é a hegemonia socialista na grande mídia e em todos os espaços públicos outrora dedicados à arte, à cultura e à informação.
Exemplo disso é a forma como foi noticiada a visita solidária do presidente de plantão ao local da tragédia em São Paulo, na mesma manhã em que ocorreu. Mesmo sendo mais um poste do regime lulopetista, Temer é tratado como inimigo por seus eleitores e pelo partido comandado pelo Chefão.
Esta mídia dominada pelo socialismo denomina o violento ataque (com pedras, cones e objetos) ao presidente de plantão por criminosos ultraesquerdistas de "vaias" ou "protestos", mas acha normal replicar carta do Chefão do Crime no Brasil em nível nacional, e chama de "ataques" as vaias que o povo brasileiro dedicou a este Chefão em suas "caravanas" de Norte a Sul antes do facínora ser conduzido à cadeia.
Chuvas de tomates e de ovos jogados por esse povo foram chamadas de "atentados e ataques" ao "Grande Líder", a pretensa divindade da seita.
Última notícia é que o MTST e suas facções de "Movimentos Sociais" estão arrecadando dinheiro dos incautos fingindo que é para "ajudar" os sem teto que eles escravizam, exploram e usam como massa de manobra para seu projeto de poder e como pretexto para enriquecer.


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