O Brasil está estarrecido com as revelações da JBS.
O povo ainda não havia engolido o conteúdo e a parcialidade (faltou o principal, em valor e criminalidade: os reais volumes, atos, determinações e ordens da chefia do Petrolão) a semi-delação e plena autopromoção da Odebrecht.
Nela, o 'patriarca' Emílio Odebrecht mais parecia se vangloriar das revelações que lhe eram convenientes (para ele e para seu associado, auxiliar e propagandista Lula) em troca de imensas benesses da Lava-Jato, tais como indenizações pro forma em valores desproporcionalmente exíguos perto dos desvios e descalabros cometidos e ainda a serem contabilizados, além do prazo de 300 parcelas a perder de vista e a enorme redução do prazo de encarceramento.
Tudo isso sob o martelo do juíz Sérgio Moro, até aqui considerado "estratégico" e rigoroso, "duríssimo e cruel" aos olhos vermelhos do PT e seus asseclas.
Ainda sem entender direito o que uma "delação premiada" significa para os cofres e a moralidade públicos, o cidadão brasileiro é surpreendido com outra encenação do teatro do absurdo: a "delação MEGA-SENA premiada" da JBS, na qual criminosos do quilate dos Odebrecht - ou pior - se saem totalmente livres e perdoados em troca de gravações picotadas e "multas" que não chegam a uma ínfima fração de 1 por cento dos valores faturados graças às indecentes injeções de bilhões de dólares em suas contas na época de Lula e Dilma, também com prazos imensos para pagar. Com essa Mega-Sena Premiada, sob o "martelo" do ministro Edson Fachin do STF e a pedido do Protetor, aliás Procurador Geral da República Rodrigo Janot.
Qualquer justa investigação que se exija desses senhores e dos pseudo-delatores é prontamente taxada de "escândalo" ou "conspiração", "golpe", etc. pela quadrilha do PT e sua mídia domesticada.
Para coroar, jogam-nos na cara o fato de não termos eleições democráticas - o que já sabíamos - mas ainda a real face do candidato que nos foi vendido como sendo "oposição", um mero flanelinha de Lula, Dilma e Dirceu, estes três livres, impunes, soltos e no real comando de bastidores deste país arruinado.



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