Em 16 de março, Lula assumiu o poder, implantando a ditadura de fato no Brasil, a ser renomeado de República de Santo André ou República da Jararaca.
Num acinte a qualquer tipo de democracia, Dilma entregou o poder a Lula numa cerimônia de posse que ocupou salões e escadarias do palácio do Planalto com as centenas de ministros, secretários e assessores petistas e aliados, instalados na cúpula do poder.
Atacando a Justiça e condenando os defensores da lei do Brasil, Dilma nomeou Lula da Silva "ministro da Casa Civil" como subterfúgio para protegê-lo do inquérito criminal e de sua há muito esperada prisão.
Com esse gesto, Dilma também renunciou ao cargo sem deixá-lo oficialmente, entregando o poder ao chefão da organização criminosa.
Como em qualquer ditadura, a reação dos mandatários às maiores manifestações da história é de mais ódio e vingança contra os 93% do povo que desaprovam o regime.
Ao invés de defenderem a democracia e o Estado de Direito, afrontam-nos com um literal e mal disfarçado golpe de estado, com censura e ameaças à Justiça, aos defensores da redemocratização e ao povo brasileiro.
A posse de Lula como "ministro" (chefe de estado) foi suspensa por liminares e ordens judiciais que ele e seu fantoche Dilma desprezaram solenemente.
Em "manifestações" financiadas com dinheiro do povo pelos órgãos públicos aparelhados, os sindicatos, coletivos (chamados "movimentos sociais", grupos de vândalos, invasores e meliantes) e grupos da facção do poder saíram em 18 de março pelas ruas pagando massas de famintos para portarem roupas, bandeiras e balões vermelhos.
Em São Paulo, o novo ditador subiu no palanque insuflando o ódio e a guerra civil fratricida junto a sua gangue:
https://www.youtube.com/watch?v=gpVE6A2PFUE
Lula ordenou que cortassem as veias dos brasileiros "verde-amarelo" para "ver se o sangue deles não é vermelho como o sangue de Jesus Cristo".
A seu lado, o chefão da CUT Vagner Freitas chegou a gritar no alto-falante que "nós vamos nos livrar do (juiz Sérgio) Moro", enquanto o ditador Lula ordenou que sua milícia cortasse as veias dos brasileiros verde-amarelos para ver se o sangue não é vermelho como o de Jesus Cristo.
Segundo o jornalista Ricardo Noblat, Lula foi gravado falando em "dar um jeito em Moro".
Essas ameaças à vida do juiz Sérgio Moro são gravíssimas diante do histórico de Lula desde os tempos de sindicalista, onde, segundo o coronel Malhães testemunhou na Comissão da Verdade, Lula mandou matar dois sindicalistas que estariam em seu caminho da sucessão da presidência do Sindicato:
http://folhapolitica.jusbrasil.com.br/noticias/124121889/coronel-afirmou-um-mes-antes-de-ser-assassinado-que-lula-mandou-matar-dois-sindicalistas-veja-video
e diante dos sinistros casos de assassinatos dos prefeitos Toninho, de Campinas, e Celso Daniel, de Santo André, crime seguido de diversos assassinatos incluindo o médico legista e o garçom do último jantar do prefeito. Esse grotesco episódio levou à criação do termo "República de Santo André" numa referência ao império do crime nos piores contornos de máfia instalada no poder.
Esse termo está muito presente na memória do larápio que se confessou jararaca, quando agora o utiliza de forma insidiosa e inversa ao criar o termo "República de Curitiba", repetido pelos seus asseclas.
É urgente a prisão preventiva de Lula para evitar assassinatos e fratricídio. O Brasil precisa da Polícia Federal e das Forças Armadas para resgatar a Democracia conspurcada pelo PT e salvar o povo dessa quadrilha bilionária do poder.
https://www.youtube.com/watch?v=wBLoM04uJ3U




Nenhum comentário:
Postar um comentário