15.1.16

Bowie

O mundo perde um grande artista de talento múltiplo

#DavidBowie se fosse arrogante como um certo PTralha daqui, perguntaria a um certo astro lulopetista: Músico? Chico? Como se escreve, com X ou Ch?


Nem cabe a comparação, mas o comentário é um desabafo em face do alarde dado a uma conversa pacífica na porta de restaurante de luxo no Leblon, até com tapinhas no ombro e elogios dos jovens, conversa que foi transformada em "agressão" pela mídia chapa-branca e replicada pela esgotosfera subsidiada com dinheiro do povo. O "acontecimento" mereceu até uma solidária intervenção da "presidenta" da República fantoche do presidente de facto, aquela que levou uma semana para se pronunciar sobre a tragédia de Mariana e já ignora há mais de 5 anos o destino das milhares de vítimas da serra fluminense.
Há um abismo entre o talento de David Bowie e o lixo de certos meios chamados artísticos como um elemento que começou roubando carros na adolescência e como adulto cuspiu no escritor e pensador brasileiro Millôr Fernandes. Esse magnata lulopetista chamou de "merda" um dos jovens de classe média que inclusive o elogiou, dizendo que gostava de suas músicas. E ainda debochou do nome do jovem músico Túlio Dek, perguntando quem era, como se soletrava seu nome...

Certos bardos do império bolivariano nunca chegarão à unha do dedo do pé de Bowie.

O lendário disco "Diamond Dogs" de Bowie traz os temas de George Orwell, ex-comunista que denunciou as atrocidades do comunismo depois de conhecer o socialismo de perto.
Depois da famosa faixa "Rebel Rebel", seguem num crescendo espetacular:
"1984", "Big Brother" encerrando o disco num apoteótico "Chant of the Ever-Circling Skeletal Family" de derrubar quem tem sangue nas veias, e de acordar consciências de quem ainda tiver mente e olhos abertos.

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