11.10.15

Homenagens ao genocida De La Serna - ou sarna?

Em algum dia da semana passada, uma seita de adoradores de um argentino genocida andou prestando homenagens e lembrando a data do fim de um racista homofóbico fedorento chamado Ernesto Guevara de la sarna, ou melhor Serna. O elemento não tomava banho, odiava o povo que chamava de "mexicanos" e por esse motivo se alinhou ao prazer dos irmãos Castro e seu séquito em fuzilar as multidões sob o pretexto de "depurarem" Cuba dos "traidores", "colaboracionistas do antigo regime" e chavões similares.
Esse monstro deixou seguidores mundo afora, e afoitos consumistas e famosos desinformados caíram na malha do marketing do culto à personalidade desenvolvido nos Estados Unidos para promover a imagem do "Che". Isto antes deste e de seus comparsas se declararem comunistas e aliados da União Soviética.
Sempre é bom lembrar que os americanos também apoiaram esse golpe de estado levado a cabo pelos irmãos Castro, "Che" Guevara e seus companheiros.
Isto porque o governo ianque da época invejava a ilha pujante dirigida por um "pardo", de acordo com o critério racista adotado em países que discriminam "raças" entre os humanos. Chamava-se Fulgencio Batista Zaldívar, eleito democraticamente e mais tarde exercendo a presidência sem voto legítimo, como os regimes bolivarianos e lulopetista atuais.
Invejavam a Cuba pré-escravidão castrista porque possuía educação excelente, e uma renda per capita e consumo médio que superavam em muito os dos EUA.
Mais detalhes em http://www.politicaeconomia.com/2007/02/fidel-batista-fulgencio-batista-foi-um.html 
Os seguidores nestas plagas, não seria preciso dizer, seguem a "religião" castro-chavista bolivariana que tem seus súditos nas hostes lulopetistas e neo-soviéticas do Brasil.
Entre essas figuras estão os magnatas Lula, Dilma, Dirceu, Berzoini, Carvalho e o núcleo do regime vigente desde 2003, e seus associados e asseclas.
Um deles se revelou em comprometedora estratégia de golpe (mais um que a quadrilha do poder perpetraria contra a Democracia brasileira) contra o que restou de livre imprensa no país.
Trata-se do titular de um conglomerado que Lula fez crescer vertiginosamente com financiamento público e que lhe retribuiu generosamente as benesses feitas com dinheiro do povo.
Assim como outros chefes de facção criminosa presos fazem atualmente, o dito titular ordenou que fosse armada uma farsa para desacreditar uma das únicas publicações isentas e não cooptadas pelo regime. Para reforçar a linha rancorosa de ódio e "combate" ordenada por Lula e seus comparsas como Berzoini, Dilma e outros "guerrilheiros", o chefão-magnata do conglomerado concluiu suas instruções com frase típica da facção castro-bolivariana:
Aqui vai, portanto, a "homenagem" do chargista Fusca (censurado e bloqueado no Facebook, rejeitado pelo maior jornal do país, o chapa-branca Folha de SP)

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