17.5.15

Mais um advogado do PT guindado ao STF

Prova de que estamos num mal disfarçado simulacro de democracia é a aprovação dócil do nome do advogado petista Luiz Edson Fachin pelo congresso dominado pelo regime lulopetista.
Isso sabendo-se que militou pela eleição de Dilma Rousseff e depois de comprovado o crime de ter exercido advocacia privada enquanto era procurador do Estado, e sabendo-se que também recebeu dinheiro de Estado estrangeiro (Paraguai) enquanto servidor federal.
Além disso, advogou para uma organização clandestina, a facção MST que não é associação, agremiação, movimento social nem empresa, pois não possui CNPJ nem registro oficial.
Fachin recebeu R$ 185 mil (R$ 366 mil em valores atualizados pelo IPCA) entre 2003 e 2005 para emitir parecer técnico como advogado privado da Copel.
Precedente gravíssimo foi a contratação (e pagamento com que recursos, dinheiro público?) de empresa ligada ao PT para elaborar perfis sociais e divulgar a imagem do então "candidato" nomeado por Dilma depois de indicado por Lula, chefão da facção disfarçada de partido.

Apesar de hesitações do senador Renan Calheiros, do PMDB da base alugada do PT, parece que o advogado será confirmado ministro da Suprema Corte da outrora República brasileira.
Assim, ficará consolidada a hegemonia sonhada por Lenin e idealizada por Gramsci para a eternização de um socialismo castro-chavista no Brasil.
Qualquer esforço de outras cortes para julgar, condenar e punir os corruPTos que quebraram o Brasil e suas estatais terminará em pizza no Supremo Tribunal.



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