25.7.14

O terrorismo lulopetista chegou às instituições financeiras

O blogueiro chapa-branca Fernando Rodrigues fez um desserviço à nação e à já amplamente cerceada liberdade de expressão.
Transformou uma nota técnica neutra e insossa (como todos os pareceres técnicos de economistas do mercado de capitais) em um tremendo factóide e em peça de propaganda eleitoral. 
A nota técnica acima é neutra, relata apenas os fatos observados nos últimos meses no mercado e levanta hipóteses sempre com as devidas ressalvas, não toma partido nem julga ou adjetiva a criatura de Lula, e ainda recomenda humildemente que os correntistas conversem com seu gerente para alocar seus investimentos de acordo com o respectivo perfil de investidor.
No jogo sinistro coordenado com a nomenklatura petista, o blogueiro transformou um extrato confidencial enviado pelo banco Santander a um seleto grupo de correntistas em uma "denúncia-bomba" e criou uma polêmica despropositada. 
Transformando a auto-intriga em "peça propagandística nacional", o blogueiro MAV contribuiu para levar o patrulhamento ideológico a níveis extremos, submetendo até os analistas de investimentos ao terror totalitário do partido hegemônico de Dilma criatura de Lula, acusando o banco até de "terrorismo eleitoral".
A ditadura do PT, não satisfeita com a derrubada à força (e com ameaças de represálias, inclusive contra a vida incluindo familiares) de jornalistas e formadores de opinião, além do próprio presidente do Supremo Tribunal Federal, agora chegou aos empregados de bancos.
Agora, a mordaça vigente na imprensa, na cultura e em todos os meios de comunicação também se aplicará a memorandos internos e notas técnicas de instituições financeiras. Nem o regime militar chegou a tal extremo.
Doravante, qualquer subalterno que fizer alguma análise técnica que aponte responsabilidades, correlações ou tendências citando o desgoverno petista, imediatamente será denunciado por membros da MAV (militância petista dos ambientes virtuais) ou pelos PIG (Petralhas da Imprensa Governista). Em seguida, esses funcionários são enquadrados pela ditadura e punidos sob acusações de "terrorismo", "fascismo", etc.
Os bodes expiatórios do ódio petista são sacrificados publicamente no altar do regime, com "pedidos de desculpas" oficiais culpando os funcionários por "desrespeitarem" a ordem vigente, demitindo e/ou calando os mesmos.

O Santander, cujo titular Emilio Botin é amigo de Dilma e do regime sob o qual os bancos tiveram o maior lucro na História, imediatamente culpou o analista e pediu desculpas, abrindo caminho para a intimidação de todos os trabalhadores, funcionários e empregados financeiros do país.
São os poderosos associados aos "governantes" petistas donos do Brasil fazendo o teatro hegemônico cujo ingresso é pago pelos trabalhadores e funcionários bodes expiatórios da trama.
Dilma e o desgoverno petista fingindo de "indignados" com os banqueiros, e a classe trabalhadora sendo intimidada e sacrificada no altar do lulopetismo. Como Stálin e Mao fizeram com os agricultores e trabalhadores, chamando-os de "reacionários" e "anti-bolchevistas".
O omisso sindicato dos bancários, outrora corajoso defensor da democracia, calou-se diante do sacrifício do funcionário anônimo do Santander, cujo destino desconhecemos e por cuja integridade oramos. 
Além de provavelmente engrossar a massa recorde de desempregados, corre um risco ainda maior.
Pois no regime lulopetista, já houve caso de oposicionista que morreu e foi cremado misteriosamente: foi o que ocorreu com o escritor Yves Hublet, que tentou acertar Dirceu com sua bengala.

Uma vergonha, o Brasil ocupado e loteado por uma quadrilha de saqueadores e entreguistas internacionais, transformado em satélite de Cuba e colônia da China e da Rússia. Anão diplomático é eufemismo para o desgoverno PT que antes de tudo é um anão moral, um câncer na História.

PS.: No dia 28 de julho, já apareceram as primeiras consequências do terror petista no setor bancário: o amigo de Dilma e Lula e presidente mundial do banco Santander, Emilio Botin, já confirmou que O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,responsaveis-por-informe-que-criticou-dilma-serao-demitidos,1534791O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,responsaveis-por-informe-que-criticou-dilma-serao-demitidos,1534791todas as pessoas responsáveis pela elaboração e aprovação do informe econômico serão demitidas. É o terror do regime lulopetista agora dominando até trabalhadores que escrevem memorandos, informes e relatórios restritos do país, com a omissão e conivência do Sindicato dos Bancários.

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