17.3.13

Salve Jorge! PT deixou IDH e PIB mumificados

A boa nova é a sábia escolha, no Conclave do Vaticano, de um cardeal que convive com o povo, anda de ônibus e metrô e conhece as mazelas de países dominados por um nefasto chavismo e suas versões latino-americanas. 
Finalmente um líder mundial que conhece a realidade dos povos da América e não aceita a místificação midiática das "políticas de inclusão social e distribuição de renda" promovidas pelos demagogos e tiranos do regime bolivariano e suas ramificações na Argentina, Brasil, Equador, Bolívia, Nicarágua, etc.
A fúria dos esquerdopatas não tardou, com a campanha de difamação típica dos kits "PT" lulopetistas inventando vínculos do novo Papa com o regime militar argentino (claro: o Papa tem o mesmo nome do general Videla: JORGE!). 
Os tiranetes latino-americanos tremem pela perspectiva de seu império bolivariano ruir de podre como seu finado líder, pois sabem que outro papa, Karol Wojtyla, polonês, humildemente contribuiu, apoiando os povos subjugados, para a queda do império soviético. Sem que tenha sido disparada uma única arma, o Papa João Paulo II se apoiou apenas na moral e na solidariedade.
O projeto de poder dos tiranos latino-americanos disfarçados de 'líderes populistas' foi fundado por viúvas do stalinismo e do maoísmo em 1990, no assim chamado Foro de S. Paulo.
Trata-se de uma organização internacional criada por Fidel Castro, Lula e outros simpatizantes do stalinismo em 1990, que reuniu grupos extremistas como as FARC, sandinistas, Sendero Luminoso, castristas e facções de esquerda como o próprio PT. A estes, uniram-se as facções dos Kirchner, de Evo Morales, Rafael Correa e demais lacaios do futuro líder do grupo, o coronel Chávez. Seu objetivo: combater o capitalismo (neoliberalismo), a democracia ("burguesa"), a liberdade de imprensa, de escolha e de opinião e destruir o imperialismo americano através de outro imperialismo, um regime latro-síndico-soviético de fachada democrática.
Este regime seria eternizado através do dirigismo estatal, da massificação da corrupção e cooptação financeira em todos os níveis, da propaganda oficial maciça e do extermínio da oposição.

Se alguém acha que o Brasil ainda tem oposição, então poderá sonhar que ainda existe democracia.
  • Se ainda tivéssemos uma democracia, o escândalo do Mensalão e todos os outros que se acumularam não teriam ocasionado o devido 'impeachment'? 
  • Se o Brasil ainda tivesse a vigência do Estado de Direito, teríamos tamanha criminalidade, corrupção e impunidade?
  • Se estivéssemos em uma democracia, o Brasil seria o recordista mundial em homicídios, com um número de assassinatos que supera em dez vezes o de países em guerra como o Afeganistão?
  • O IDH teria estagnado, ao contrário dos demais países do planeta, fazendo-nos cair 21 posições no ranking mundial durante o regime petista?
  • Haveria deputados corruptos, preconceituosos, de reputação e orientação questionáveis dirigindo comissões no Congresso, parlamentares petistas condenados pelo Supremo Tribunal Federal (Constitucional) por formação de quadrilha no processo do Mensalão compondo "comissão de Constituição e Justiça"?


Pelo menos a publicação do IDH pela ONU abre os olhos de quem é bombardeado diáriamente com a propaganda nazi-petista da "inclusão de xxxx milhões", a "nova classe média" (ganhando R$ 291,00/mes), do "pleno emprego", "saúde quase perfeita", "educação para todos" e outras mentiras oficiais do regime hegemônico que veio para ficar 1.000 anos.
Com o índice estagnado há 10 anos, o Brasil caiu mais uma posição em 2012, tendo perdido 22 posições durante o regime lulopetista. Em 63º lugar no 'ranking' mundial do índice social em 2003, hoje o Brasil do PT está na 85º posição, perdendo para a Albânia, Bósnia, Herzogovina e dezenas de países pobres e/ou arrasados por guerras. 
Mas o governo petralha pode se vangloriar de ainda estarmos à frente do Haiti, na (pobre) América Latina. Senão, o país de Lula seria lanterna do IDH do subcontinente. Mas ainda está no "pódio" da desigualdade social (3º pior no índice Gini). Ao contrário do que martela a massacrante propaganda oficial do regime.





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