Os apóstolos do ambientalismo ecológico sustentável
Marina Silva, imitando Kassab, diz que sua nova legenda não é governista nem oposição, nem esquerda nem direita, mas à frente (quanta humildade!), e ainda imita Lula dizendo que (apesar de não assumir posição crítica nem bajulatória), "assume posição". Sem saber a que veio - como Kassab - nem apresentando uma proposta ou programa partidário, ela ao menos é honesta em dizer que a tal "Rede" (de quê?) não é um partido. Mas deverá servir, como o PSD (Partido Sem Definição), de base para candidaturas.
Assim, depois que 10 anos de regime lulopetista desconstruíram o Estado de Direito e minaram todos os fundamentos necessários a uma democracia, assistimos à ausência de oposição, de opiniões e a definitiva eliminação do contraditório. A hegemonia do Partido do Mensalão é total e eventuais legendas acessórias não fazem nenhuma diferença.
Para piorar, o Poste de Lulla ainda causa vergonha internacional condenando o governo socialista francês por ter atendido ao pedido de ajuda do governo de Mali, cujo povo vem sendo oprimido por hordas de terroristas ligados à rede Al Qaeda, fundada por Osama Bin Laden.
Por escolha pessoal da qual nunca abdicou, o fantoche do presidente de facto do Brasil declara oficialmente que, entre o socialismo (professado também oficialmente pelo seu partido) e o terrorismo, permanece fiel a suas origens de "guerrilheira".
E isto em nome do Brasil, configurando desonra máxima ao país continental que já foi potência emergente e que hoje sucumbe ao imperialismo bolivariano.
E o país continua sem governo, sem democracia e sem rumo, com apagão moral, quedas de energia de Norte a Sul, culpando-se obviamente as empresas. As concessionárias, pelo novo modelo de extorsão aplicado pelo governo Dilma, desistem definitivamente de investir no setor, e teremos escassez (quem sabe também cotas?) de energia, assim como já ocorre com a educação, saúde e segurança.
Na educação, o desgoverno lulopetista prefere levantar a polêmica de cotas (racionamento) ao invés de criar vagas suficientes nas faculdades, na saúde prefere regular as cotas privadas e na segurança, as cotas são para o crime organizado, inclusive com bolsas exclusivas.



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