O STF, composto em quase sua totalidade por ministros nomeados pelo regime lulopetista, após minuciosa análise e criterioso desdobramento e julgamento da Ação Penal 470, surpreendeu com uma "dosimetria" inexplicável das penas no caso do núcleo de comando da Organização Criminosa (PT).
Com todas as provas e evidências colhidas e relatadas na ação, as penas justas (para a dimensão do maior escândalo da história do Brasil) aplicadas a Valério e outros intermediários do esquema, não tiveram a mesma proporcionalidade no caso dos petistas, que ficaram com um quinto ou menos da "dosagem" de seus subalternos da intermediação financeira.
Enquanto Dirceu comemora sua minúscula pena no processo do Mensalão em praia particular de "amigo" empreiteiro, a Justiça Federal solta o contraventor Cachoeira e extingue processo de quase R$ 10 milhões contra Lula sem sequer julgar o mérito.
Sem ter realizado qualquer investigação ou interrogatório, a Polícia Federal aparelhada por Dirceu e a Justiça Federal engavetaram processo sobre o enriquecimento ilícito de Lulinha.
Ministros como Eduardo Cardoso, Rosário e Gilberto Carvalho sincronizam protestos contra as más condições das cadeias (como se não fossem no Brasil, do qual se dizem governantes), se descabelam de preocupação com os direitos dos bandidos sem derramar uma lágrima pelos policiais e familiares assassinados pelos mesmos. O último "ministro", o eterno chefe-de-gabinete da facção, ainda se vangloriou de que em São Paulo morreram mais brasileiros do que palestinos da Faixa de Gaza.
O poste do presidente de facto, em viagem pela Europa, reclama da mortandade na Faixa de Gaza mas não confessa que o seu partido, na condição de "governo", desviou 10 milhões de dólares dos endividados cofres públicos para uma "ajuda humanitária" à facção Hamas, cujo "humanismo" se resume a comprar mísseis do Irã e lançá-los sobre Israel.
A governanta do regime lulopetista ainda brada contra a austeridade européia, omitindo o fato de que sua facção triplicou a dívida pública de 500 anos de Brasil e quebrou estatais como a Petrobrás e a Eletrobrás. O regime lulopetista ainda contraiu uma dívida externa maior do que aquela que o Brasil contraiu em toda a sua história. Tudo isso em poucos anos, após ter zerado a dívida externa anterior convertendo-a em dívida interna. A receita lulopetista certamente contribuiria para quebrar a Europa.

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