O STF surpreendeu pela objetividade, imparcialidade e retidão, com duas exceções, os petralhas de toga LevandoWhisky e Toffoli-boca-imunda.
A clareza, coerência e consequência dos votos dos demais ministros surpreendeu quem sabia que o presidente de facto e seu poste nomearam 8 dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal, e que contavam com algum tipo de compromisso ou contrapartida em relação ao chefe não indiciado do Mensalão. Entretanto, a isenção, objetividade e assertividade da maioria dos ministros nestas primeiras condenações confirmaram que ainda há esperança de se obter Justiça, mesmo que muito branda ou pouca, neste país dominado pelo regime lulopetista.
A lucidez e o equilíbrio do relator Joaquim Barbosa comprovaram o abismo que existe entre seu notório saber e o do seu colega mais jovem que advoga por Dirceu e a quadrilha de réus até hoje e não deve nenhum respeito à Justiça ou à objetividade, só demonstra submissão ao chefão da organização criminosa que o indicou.
O mais notório delinquente dessa primeira leva de condenados é o petista João Paulo Cunha, candidato a prefeito de Osasco que 'abdicou' da candidatura após consultar a "famiglia", não a lei.
Como a lei contra crimes em geral tem sido abrandada pelo regime corruPTo que se instalou no Brasil em 2003, mesmo com a condenação e cassação do político petista, a atual estrutura da latrocracia lhe garantirá uma renda bem superior a R$ 20.000,00 mensais às custas do povo brasileiro, sem necessidade de trabalhar para gozar dessa fortuna em liberdade, com ou (provavelmente) sem tornozeleira.


2 comentários:
OLÁ FUSCA.
FALTAM O GENUÍNO E O ZÉ.
ABS DO BETO.
Caro amigo Beto,
Esperamos que a coerência e harmonia com os princípios constitucionais levem esses dois à cadeia, junto com os demais.
Infelizmente Lula foi inexplicavelmente "poupado" desse processo, apesar de ser seu chefe e mandante-mor.
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