Votado e semi-vetado o novo Código Florestal ou Desflorestal, como tudo no lulopetismo: o contrário do que a palavra sugere: Comissão da 'Verdade', 'Inclusão' Social, Comissão de 'Ética', Advocacia Geral da União, etc., o relator-ministro do Meio Ambiente dos Esportes Aldo Rebelo pode descansar.
Irônico e contraditório é ver que o mesmo público alinhado nas fileiras dos 'ambientalistas' acusa os chamados 'ruralistas' de 'direita', 'conservador', 'oligarca', 'capitalista explorador', 'simpatizante da ditadura militar' mas é incapaz de reconhecer que o Código Florestal mais rigoroso, preservacionista e conservador de florestas era a Lei 4771 de 15 de setembro de 1965 sancionada por Humberto Castello Branco.
Da mesma forma que o novo "Código Florestal" é uma colcha de retalhos de retrocessos e avanços que reflete a falta de análise e planejamento e o excesso de histeria e falatório sobre o tema, decorre que as críticas e os elogios ao novo regulamento encontram respaldo técnico e objetivo.
O mais importante é que a mãe do PAC conseguiu fazer o seu comercial e posar de protetora do meio ambiente graças à cara feia e aos vetos parciais enquanto deixa sua 'marca' ou suas digitais na "renovação" do Código, portanto posa como "modernizadora".
Assim, o marketing do poste atingiu seu objetivo, sempre coordenado pela máquina propagandística do presidente de facto, ora beneficiado pelo voto UNÂNIME do PV de S. Paulo na aprovação da perversa doação de 4.400 m2 de área central no valor de R$ 20 milhões, pelo prefeito de personalidade variável Gilberto Kassab ao Instituto Lula (eufemismo para a famosa caixinha do Lulla), visando a instalação de um "Memorial" que representará a mitificação do ainda não desencarnado nem da presidência nem da posse do nosso sofrido país.
O nome correto para esse tipo de mausoléu ou "memorial" deveria ser: Memorial do Mensalão.
Enquanto isso, a recessão é confirmada até pelos índices do governo, com o terceiro mes consecutivo de PIB negativo segundo o Banco Central e o desemprego aumenta com estatísticas oficiais inversas, já que contam com o rótulo de 'autônomo' e 'informal' para o desempregado.
Mas as benesses concedidas pelo poste recentemente a setores privilegiados em nome da "promoção do desenvolvimento" certamente ajudarão o povo a se endividar ainda mais para disfarçar a crise ora taxada de "pujança econômica".



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