5.2.11

Herança Maldita 6: Dívida externa e inflação

Além dos gastos desmesurados e da maior dívida de todos os tempos, a nova corja conseguiu contrair, desde 2007, uma dívida externa igual à que herdou de seu sucessor e que havia zerada em troca de dívida interna. Explico: os aprox. US$ 240 bilhões a juros baixos do início do desgoverno Lula foram trocados por títulos e recursos do Tesouro Nacional (aumentando a dívida interna) até chegarem a zero em 2007. Em menos de 3 anos, a dívida externa chegou novamente ao patamar anterior, de aprox. US$ 250 bilhões, conseguindo o fato inédito de atingir um endividamento externo que nenhum outro governo conseguiu.
Mais um recorde do regime lulopetista.
Agora, para mascarar ainda mais os índices inflacionários, o sinistro italiano Guido Mantega chega à desfaçatez de querer eliminar os alimentos do cálculo da inflação.
No regime militar, o ministro Mário Henrique Simonsen comentou, em determinado momento, que o chuchu aumentara muito, pressionando o índice. Foi motivo para protestos, comoção geral e achincalhe para o resto da vida do brilhante economista, professor e pensador.

Agora, no regime lulopetista, tudo é válido e o povo tem que engolir calado, sob risco de represálias de toda espécie e de isolamento político e social como contrarrevolucionário, retrógrado, elitista, etc.

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