30.1.11
Cai a farsa do Pré-Sal
Pelo exemplo da matéria acima, publicada no jornal O Estado de S. Paulo, fica comprovada a armação do desgoverno lulopetista - ou dilmulopetista - em relação ao mito do Pré-Sal.
Uma das empresas seduzidas pelas "imensas reservas a 7 quilometros de profundidade" do Pré-Sal, a Exxon, já contabilizou como prejuízo a fortuna de US$ 400 milhões que enterrou no "conto do vigário".
Fica provado que até uma farsa "prá ingles - ou americano - ver" acaba encontrando otários lá fora.
O duro é ver os otários aqui dentro continuando a acreditar e a mídia chapa-branca a replicar o conto do Pré-Sal.
Mais triste é saber que a farsa do Pré-Sal está gerando um endividamento brutal para as próximas gerações de brasileiros, aproximadamente 1.000 vezes maior do que a farsa de Maluf nos anos 70/80, a Paulipetro.
A continuar a lavagem cerebral dilmulopetista, em breve acreditarão que temos tecnologia para trazer a água recém-descoberta da lua a preços "bem baixinhos".
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5 comentários:
muito bom, fusca.
a farsa do pré-sal (inclusive que não seria explorada por terceiros) já era sinalizada desde a campanha presidencial, mas a turma do voto, dos otários renováveis, não sabe nem o que é isso.
já a turma da grana, que é a que manda, só enxerga a ganância, e nessa, permita-nos, sifu.
abs.,
jabanews
Jabanews, obrigado pela sua visita e concordo com sua pertinente análise. É de espantar o que a empresa americana enterrou num 'projeto' que qualquer geólogo ou economista da área sabe que é "forçado", economicamente inviável (custo maior do que o resultado). O que é perverso nessa história é que o desgoverno está contraindo dívidas multibilionárias e 'capitalizando' (captando e desviando) como o pretexto do Pré Sal, e a dívida real ficará para as próximas gerações de nosso sofrido país.
Olá Fusca,
Ainda sobre o pré-sal.
Se não estamos enganados a descoberta do pré-sal ocorreu lá pelos meados de 2008, entre os Estados de Santa Catarina e Espírito Santo, anunciado com grande estardalhaço pelo que já se foi, que se lambuzou com o precioso líqüido, divulgado na mesma medida pela mídia de plantão e por especialistas ouvidos às pressas para edição de matéria.
É bem verdade que a divulgação de notícia de tal magnitude aguça a gula dos grandes capitais; mas tudo foi vendido com base em estimativas de exploração e produção final, algo que ainda perdura. Como é sabido, para se chegar ao final do “projeto”, um longo caminho de trabalho se apresenta, com investimentos volumosos; os mais otimistas acreditam que algum tempo depois ao final do governo da que já veio, os primeiros resultados se apresentem.
Mas a história é outra; o assunto foi vendido à sociedade tal como no conto do “ovo na galinha”, devidamente explorado na inqualificável campanha presidencial de eleição da sucessora, que chegou, inclusive, em analogia ao “petróleo é nosso” a declarar que “o pré-sal é nosso”, que é um “bilhete premiado”, que não será terceirizado, quando já se sabia que estrangeiros encontravam-se nas costas brasileiras, mediante concessões do governo.
É mais do que certo de que o acerto com os capitais contribuiu, sem sombra de dúvida, para enganar um bom número de votos – a eleição, porém, não seu deu com margem folgada, como esperado pela corja -, a ponto de ser afirmado pela então candidata da criação de um fundo com as receitas do pré-sal, para investimento nas áreas de saúde, educação, habitação, infra-estrutura, saneamento e outras obrigações do Estado, constitucionalmente previstas, mas desprezadas aos longos dos passados anos pelo desvio constante de dinheiro público para fins impublicáveis. Tá na cara que, enquanto as receitas não derem às caras, a coisa não vai andar, se andar.
O governo fez até uma vergonhosa capitalização da Petrobrás no ano passado, por conta do pré-sal, em operação “Mandrake”, para fazer superávit primário que alardeou como dos maiores do governo, vergonhosa operação a que nos referimos, à época, lá no blog, mas, por razões outras, tratada pela mídia somente após as eleições.
Pela reportagem da sua matéria, permite-se concluir que chegou a hora de se cobrar do governo a dinheirama derramada, ou qualquer outro acordo, desta feita, benéfico, fruto de uma operação, em nossa opinião, adrede e inteligentemente engendrada, com o desvio de atenção da sociedade para o problema, por conta, até, de uma discussão, na politicagem, de distribuição de “royalties”, algo que ainda estava na galinha, ainda se encontrava no campo das estimativas, da suposição, do talvez, do quem sabe.
E o pagamento da conta, como acima falamos, reside no teor da reportagem que animou os seus comentários: a companhia estrangeira informou que irá “atuar com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e com os sócios ‘para definir os próximos passos do nosso plano de avaliação do bloco’.”
Sabendo-se como a turma de Pindorama se comportou ao longo dos anos no trato dos interesses públicos, atuar junto à ANP parece bem “sugestivo”, sinal de se cobrar a conta: o valor do investimento mais alguma coisa bem significativa; o capital não empresta o seu capital por conta de estimativas, suposições, do talvez ou do quem sabe, só o faz após criteriosa análise dos riscos e das perdas, que são inerentes ao negócio; não se embarca simplesmente no oba-oba e nem na falácia de quem quer que seja.
No final, como sempre, quem pagará os desmandos será a sociedade, como bem colocado em seus comentários.
O que emperra a nossa terrinha de ir mais a fundo em questões tais repousa na relação incestuosa entre os três poderes e o MP, no fim, o que chamamos de “compadrio”, como comentamos, lá no blog, na matéria “Exemplo a ser seguido”.
Nossas desculpas por retornar a tema já passado.
Abs.,
JabaNews
Grande análise, vamos destacar na próxima postagem.
olá fusca,
não chega a tanto.
abs.,
jabanews
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