Os jornalões, TVs e a grande mídia do Brasil divulgaram laudos, análises e imagens para explicar o funcionamento do coração, o que é hipertensão, etc. para comover o eleitor e os eternos e únicos membros daquela amostra selecionada de 1.000 entrevistados das pesquisas do Ibope, Census, DaPTafolha, etc.
Deu certo, pois o que para qualquer outro brasileiro seria considerado um excesso, uma bebedeira, foi qualificado de excesso de "trabalho".
Assim como o dossiê difamatório contra a saudosa D. Ruth Cardoso e seu marido foi chamado de "banco de dados" por Dilma Doussief, "cara de pau" é classificado como "carisma" pela grande mídia, e agora a famosa manguaça tem outro eufemismo nos meios de comunicação subordinados ao Sinistro da Comunicação.
Aliás, a guerrilheira-candidata que nunca desmentiu nem se arrependeu dessas duas condições e nunca pediu desculpas pela maliciosa e montagem do falso dossiê, nem após a morte da última primeira-dama do Brasil. Também não se arrependeu nem desmentiu o episódio do roubo do cofre do Adhemar...

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