Apesar de ter valorizado menos que a Vale do Rio Doce no período lulopetista, com a "descoberta" do pré-sal e tudo, o empregado n° 1 de Lula na PeTrobrás informa que a empresa multiplicou de valor no período, etc. Evitou insistir na propalada auto-suficiência eleitoreira de 2006 que até hoje não foi alcançada devido a atrasos em todos os projetos da estatal, a começar pela base de Mexilhão, que estava prevista para entrar em produção em 2005 e até hoje ainda não entrou.
E, seguindo as orientações do patrão, reforçou a bravata de que não-petistas teriam privatizado a PeTrobrás ou parte dela.
Seria desejável que algum candidato à presidência tivesse um projeto semelhante, já que o Lula e seu partido já se anteciparam, privatizando para o grupo do poder o que oficialmente é do Estado ou do povo brasileiro. Se ainda fosse do Estado (dirigido no interesse do povo), a PeTrobrás teria reduzido o preço dos combustíveis e derivados no início da crise e não estaríamos pagando o preço mais elevado pela pior gasolina e pelo diesel mais letal (conteúdo de enxofre mais alto) do mundo. Se fosse privatizada, os trabalhadores brasileiros teriam acesso às suas ações através do FGTS como na época de FHC, e a empresa estaria sendo administrada por gestores aptos, competentes e leais aos interesses da empresa. Ao invés disso, hoje é dirigida por um grupo de políticos e aliados leais ao lulopetismo sindical, desviando mais de uma dezena de bilhões de reais para cobrir fundos geridos por sindicalistas, petistas e afins, além de fornecer salários milionários à diretoria, incluindo um Conselho formado por petistas e ministros como a Candidata Oficial do lulochavismo.

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