
Após a tomada do poder, o passo seguinte de toda tirania é a impunidade em relação a atos ilícitos visando eternização da facção no comando, tais como mensalões, falsos dossiês, compra de votos, anulação de oposições, etc. Em seguida, forja-se uma "reeleição" ou eleição de poste, esposa, substituto, etc. através de sistema eleitoral eletrônico fraudável que não permite 'back up' ou registro, impressão ou recontagem de votos.
Segue a política de desmonte das instituições através do aparelhamento com membros ou aliados da facção, leis que aumentam a impunidade de crimes - principalmente os hediondos e o crime organizado - e o fomento de práticas como tumultos, depredações, violência e criminalidade (MLST, alas armadas do MST, promoção, nomeação e posse de ex-agentes de movimentos armados em postos chave do poder, etc.).
E para "legitimar" o culto a personalidade, compra-se "pesquisas de opinião", espaço vital na grande mídia que passa a ser amestrada e a replicar matérias previamente redigidas no "bunker" do poder. À propaganda e lavagem cerebral aplica-se o eufemismo de Ministério da Comunicação. O objetivo, no momento, além do culto à personalidade, no melhor estilo mao-stalinista, é "preparar o terreno" para o poste ou a sucessora a figurar como laranja do chefe da facção em futura eleição.
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