Mesmo sem contexto direto com este episódio, fica difícil entender por que um presidente da república poderia deixar sua agenda repleta de prioridades para fazer uma veemente defesa de um 'cidadão' investigado por ligações com a rede terrorista Al Qaeda, dias antes da tragédia. Condenou o jornal e as fontes "de fora" que trouxeram o tema à luz do dia. Esbravejou avisando que ninguém "de fora" se metesse no assunto, e contou que o processo corre em segredo de Justiça, e pelo noticiário soube-se que o suspeito já fora solto. Estranha coincidência ou o tema realmente merecia tamanha ênfase e emoção do mandatário do país?

Em outra tragédia da aviação, houve emoção e alívio da parte de assessores diretos da presiMência, não esquecemos...
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