
O desgoverno está transformando o Brasil de potência emergente respeitada na década passada a uma típica república bananeira anexada pela Venezuela. Nos últimos anos conseguiu, com o asilo a Cesare Battisti, Olivério Medina (agora casado com marajá do Ministério da Pesca) e tantos outros terroristas, fazer com que qualquer professor, estudante, profissional ou turista brasileiro seja visto com desconfiança no mundo inteiro. Desde a política do outrora coerente Itamaraty até às bravatas já 'manjadas' até pelos mais ingênuos interlocutores no Exterior, o Brasil vai deixando de ser a grande nação emergente do passado recente.
Os números da violência, de assassinatos e de retrocessos nos indicadores sociais em relação ao resto do mundo fazem-nos concluir que, excetuando alguns estados que não serviram de curral eleitoral da compra de votos, o Haiti é aqui. E Gaza também.
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