
amazônia
24/05/2008
No último discurso, Péres rebateu 'NYT' sobre Amazônia
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Jefferson Péres, em seu último pronunciamento, subiu à tribuna para reagir a uma reportagem em que o jornal The New York Times insistiu na tese de que a Amazônia seria território internacional.
"Normalmente, não reajo a esse tipo de declaração, mas insisto em que não se pode levar a sério a tese da internacionalização da Amazônia. Isso não vai acontecer. Não tenho tanto medo da cobiça internacional sobre a Amazônia. Tenho medo da cobiça nacional", afirmou Péres, no discurso lembrado por Garibaldi, em que pediu "olhar atento" das autoridades nacionais para a região amazônica...
Enquanto isso, o Brasil continua sendo saqueado com a conivência do desgoverno:
Projeto de Dorothy está abandonado
O Estado de S. Paulo - Segunda-Feira, 26 de Maio de 2008 -José Maria Tomazela, ANAPU
Após 3 anos da morte da freira, falta apoio para manter assentamentos
Três anos depois da morte da missionária americana Dorothy Stang, seu plano de transformar uma área de quase 200 mil hectares em Anapu, no oeste do Pará, em um modelo de exploração sustentável da floresta por agricultores familiares está praticamente parado. Mais da metade do território que deveria virar assentamento continua invadido por fazendeiros e madeireiros. Apenas 317 famílias foram assentadas nos Projetos de Desenvolvimento Sustentável (PDS) que a irmã defendia - o plano era atender pelo menos mil famílias. Muitas abandonaram os lotes por falta de condições mínimas de sobrevivência...
4 comentários:
Que tipo de freira era Dorothy Stang? Qual era a congregação?
Se reportava a algum bispo brasileiro?
O que fazia no Brasil?
Porque não assentava sem-teto no seu país natal?
De quem eram os 200.000 hectares que ela pretendia disponibilizar?
Os assentados teriam que pertencer a alguma seita ou religião específica?
Porque os MILHARES de assasinatos no norte do Brasil não são tão importantes como o assasinato da freira americana?
Obrigado pela visita Zé Aviador, já voltou da longa viagem?
Quanto às importantes perguntas, algumas já respondeu: ela se dedicava a assentar lavradores humildes, categoria que me parece não existir no país natal dela. Não me consta que ela obrigasse os assentados a pertencer a alguma seita ou religião, e pelo noticiário e internet (consulte a Wikipedia) soubemos que era católica e se reportava ao bispo da Prelazia do Xingu, tendo sido assassinada fria e covardemente enquanto lia a Bíblia para os seus matadores. Interessante ver o desprezo de um petista por uma pessoa que - independentemente de religião ou partido - se preocupava realmente com os pobres.
O assassinato dela e de MILHARES de brasileiros no norte e restante do Brasil deveria preocupar todo cidadão patriota e realmente sensível ao nosso povo. O que parece não ser o caso do lullismo e de seus aliados defensores.
eu não desprezo ninguém, apenas sou como índio do xingú que desconfia do fazendeiro. Eu desconfio de americano.
Concordo em desconfiar de certos americanos, veja a postagem de 2 de junho sobre o atual 'astro' deles.
Mas recomendo lembrar Jefferson Péres, que a cobiça nacional anda superando a internacional.
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