
Quando a promessa é ameaça, elle cumpre. Quando é projeto útil, elle inaugura 'a pedra fundamental', a faixa, a placa, enfim, a promessa que nunca é cumprida. Afinal não é por outro motivo que se tornou o primeiro presiMente do Brasil.


O resultado da ameaça executada pelo despresidente está aí: em todo o Brasil, de Norte a Sul, morrem pessoas de uma doença que só mata quando não há atendimento médico.

Aliás, a petralha deve estar financiando a grande mídia com polpuda publicidade federal ("um país de todos - Governo Federal") para manter o foco no assassinato da menina de 5 anos, cobertura que ofuscou o genocídio perpetrado pelo desgoverno, o entreguismo de nossos recursos aos vizinhos bolivarianos, a entrega de nossas florestas e tribos indígenas aos interesses de quadrilhas, a libertação do maior contrabandista pela inépcia da "Polícia" Federal, o apoio ao crime através das leis de lulla e impunidade mais bolsa-bandido, o assalto aos cofres públicos através dos cartões presidenciais, a compra de bancadas através de mensalões, ministérios e PACs, a compra de jornalistas e ex-formadores de opinião através de bolsa-ditadura e o amordaçamento de jornalistas através de processos, ameaças e atentados.
Enfim, a quadrilha organizada internacionalmente deve estar se regozijando com a cobertura desmesurada da tragédia ainda não explicada da pobre Isabella.
Dois quintos dos infernos
"E pensar que a luta pela independência do Brasil só começou quando os
portugueses exageraram na cobrança de impostos."
(Otto Lara Resende)
Durante o século XVIII, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu
colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% da produção. Essa taxação altíssima, absurda, era chamada de "O Quinto".Esse imposto recaía principalmente sobre nossa produção de ouro. O Quinto era tão odiado pelas pessoas que foi apelidado de "o quinto dos infernos". Portugal quis, em determinado momento, cobrar os quintos atrasados de uma única vez - no episódio conhecido como a derrama. Isso revoltou a população gerando a inconfidência mineira, que teve seu ponto culminante no enforcamento do líder Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
Essa história me faz pensar no presente. De acordo
com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a carga
tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano em 38% do PIB,
praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.Calcula-se que nossa capacidade tributária é de 24% do Produto Interno Bruto. Hoje, a carga tributária é o dobro daquela época da inconfidência mineira, ou seja, pagamos hoje dois quintos dos infernos!!!
...... só falta encontrar um novo Tiradentes...
Nenhum comentário:
Postar um comentário