Já falta espaço para tanto condenado beneficiado com o regime semi-aberto.
A comunidade de Bauru já reage com processos e liminares contra a transferência de criminosos em regime semi-aberto para aquele município.
O Brasil de luto pelo assassinato de 3 funcionários de universidade, pessoas sendo executadas em plena avenida marginal de Sampa... Guerra aberta com assassinato de professoras, turistas, crianças e cidadãos em geral na cidade maravilhosa, Recife, Brasília e demais capitais em situação de extrema violência e desigualdade social... Enquanto os chefões de máfias e organizações criminosas de todo o mundo, atraídos pela primeira lei de Lulla, aportam no 'País de Todos' e se deslocam livremente, mesmo após eventuais prisões televisadas e logo esquecidas.
Quantas vítimas futuras resultarão das leis de Lulla?
Quantas vidas as leis pró-crime custarão?
Até quando a sociedade agüentará um dirigente que assumiu a defesa dos criminosos ao invés da comunidade?
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