
A foto da semana, o reencontro carinhoso de Lulla e Color ou Collor com Lula, agora juntos na mesma empreitada.
Com Delfim, Lulla aprendeu a maquiar os números da economia, transformando a miséria do pior crescimento do PIB entre os países emergentes em 'milagre econômico'. Com Maluf, a 'tocar obras' como a recuperação emergencial das estradas antes das eleições, sem licitação, é claro. Faltou o piscinão.
Agora, com Collor, vai confiscar as economia do trabalhador (FGTS) para 'aplicar' no PAC e cortar o rendimento da poupança (através da redução da TR). Todos juntos com um ideal comum: perpetuação no poder e enriquecimento ilimitado. Claro, lutando pela impunidade e protegendo seus semelhantes. Collor repetindo os opressores da época da ditadura: 'quem me chamar de ladrão tem que calar a boca'. E Lulla completando: 'Quem não gostar que vá embora!' - como nos bons tempos do 'Ame-o ou deixe-o' dos anos 70!

Enquanto isso tome noticiário oficial na grande mídia (vendendo a maquiagem e adulteração dos critérios do IBGE como 'recálculo' com crescimento fantástico do PIB), os 1.000 gols do Romário, etc.
Querem condenar o Brasil a ser lanterninha do mundo, com máscara de campeão. O povo, degradado à miséria crescente para votar nelles implorando pelo bolsa-esmola. Quanto mais gente na pobreza dependendo do bolsa-família, melhor!
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