2.9.21

Tribunal do crime manda mais um para o 'microondas'

Depois de humilhar, insultar, constranger e caluniar seus alvos em sessões de virtual tortura e opressão sem direito ao contraditório, a Gangue dos 7 que dirige a CPI dos Capivaras tenta destruir reputações quebrando o sigilo, dando ordens de prisão, destituição e execração das vítimas de sua sanha pérfida. O tribunal em que perversos colecionadores de processos, investigações e acusações se apresentam travestidos de juízes e investigadores, defendendo corruptos e criminosos e condenando inocentes, servidores honestos e heróicos como as médicas que dedicaram suas carreiras e arriscaram suas vidas salvando milhares de vítimas do vírus chinês.

Esse autêntico tribunal do crime, a exemplo de seus sinistros pares nos morros do Rio de Janeiro, já condenou inúmeros inocentes e protege, negando a convocação e qualquer investigação, dos maiores larápios da pandemia, governadores, prefeitos e outros responsáveis por desvios de grande parte dos bilhões de reais enviados pelo governo federal para combater a Covid19.

Agora, com inveja das atrocidades do supremo carrasco de jornalistas, humoristas, influenciadores e políticos de direita, a camarilha da CPI resolveu sacrificar até motoboy e funcionários de empresas consideradas suspeitas. 

Cansado de tanta iniquidade, perversão e injustiça, o povo brasileiro se prepara para seu grito de Socorro, Liberdade, Democracia e Justiça no dia da Independência do Brasil, como último apelo para o retorno do Estado de Direito roubado pela ala das Trevas encastelada nas maiores instâncias dos poderes Judiciário e Legislativo com aplauso de governadores, políticos e associados do lulopetismo e do Mecanismo que ocupou a maior parte do poder público brasileiro nas últimas décadas.

Outro tribunal similar, tanto na quebra das regras constitucionais e processuais básicas quanto na truculência, desrespeito aos direitos humanos, na extrema pessoalidade, parcialidade e pré-julgamento, é o Supremo Conselho da Verdade que acaba de criar o equivalente ao Ministério da Verdade de George Orwell em sua obra "1984". 
Felizmente, apesar da crueldade, da destruição de reputações, carreiras e subsistência de famílias, dos confiscos, prisões políticas, tortura e sequelas causadas em suas vítimas, até o momento ainda não houve casos fatais, como ocorre com seus similares dos morros e periferias em que domina o crime organizado (mais especificamente: o narcotráfico).

PS.: Fatos alarmantes se somaram nas últimas horas antes do dia da Independência e do Grito pela Liberdade e Democracia: 
Novos personagens de renome nacional estão sendo indiciados, intimados, confiscados, ameaçados com ordens de quebra de sigilo, confisco e prisão, engrossando a lista de perseguidos e presos políticos, vítimas da Ditadura da Toga (e de seus asseclas do 'establishment' lulopetista) por "crime de opinião": o famoso e tradicional cantor sertanejo Sérgio Reis, a deputada Carla Zambelli, empresários de renome como Luciano Hang, o respeitado jornalista Wellington Macedo (reduzido a "blogueiro" pelos militantes subservientes à ditadura), e outros tantos brasileiros conservadores, liberais e independentes que são demonizados como "ultra-direita", classificados como "bolsonaristas" pelo Ministério da Verdade lulopetista.
O intuito é intimidar os milhões de brasileiros que irão às ruas no dia 7 de setembro para implorar por democracia e liberdade, pelo respeito aos Direitos Humanos e à Constituição que foi rasgada pelo STF com anuência da massa corrupta do Legislativo. Os verdadeiros detentores do poder transformaram em crime o patriotismo, a civilidade, o apoio ao Brasil e ao governante eleito pela imensa maioria dos brasileiros.

14.8.21

O golpe já foi dado e os golpistas já mandam no Brasil

Apesar de termos um presidente eleito por esmagadora maioria do povo (tudo indica que ele já teria sido eleito no primeiro turno se não houvesse fraudes na totalização dos votos), quem manda no Brasil não é ele.

Em 18 de junho de 2020, o Supremo Tribunal Federal deu o Golpe de Estado e assumiu o poder à revelia da Constituição, das leis, dos princípios básicos de Direito, da Declaração Universal dos Direitos Humanos assinada pelo Brasil e destruindo as bases do Estado Democrático de Direito ao proclamar o Inquérito do Fim do Mundo como válido e "legal". Inquérito que não reúne requisitos sequer para uma acusação (inexistente), quanto mais para uma investigação e, pior ainda, para diversas prisões políticas, já que carece de objeto ou motivo.

Pior que o pesadelo do personagem K. do conto "O Processo" de Franz Kafka, esse inquérito ilegal não especifica crime algum e coloca a pretensa "vítima" no papel de promotor, investigador e juíz, aberração que não seria admissível nem no Direito Romano da antiguidade.

Inicialmente, foi chamado de Inquérito das Fake News, e depois de caducar por falta de crime, prova ou acusação de qualquer ato ilegal, foi reeditado sob outro nome igualmente falso e injurioso.

Com aquele golpe quem manda no Brasil acima da lei e da Constituição é o STF e seus súditos do TSE e do Congresso, que bovinamente aceitaram a ingerência do STF em suas atividades, decisões, votações e até nos assuntos internos de partido.

A Corte Suprema de qualquer democracia é necessária e respeitada pelo seu papel de garantir o respeito à Constituição. No Brasil, a composição atual do Supremo Tribunal deveria ser substituída por desrespeitar sistematicamente a Constituição Nacional, suas cláusulas pétreas e até a jurisprudência do próprio STF.

O STF composto por militantes políticos cometeu os seguintes crimes administrativos, institucionais e tirânicos:

  • cancelou a nomeação do delegado Ramagem pelo presidente da República para o comando da Polícia Federal para impedir investigações que pudessem prejudicar membros do STF, seus aliados, políticos corruptos e os mandantes do atentado ao então candidato Bolsonaro. Recentemente, demitiu delegado da PF que investigou o presidente e não encontrou nenhum desvio de conduta nem crime algum, invadindo o Poder Executivo,
  • reuniu líderes de partidos para obrigá-los a mudar seus votos impedindo maior transparência nas eleições, numa clara invasão do Poder Legislativo pelo Poder Judiciário,
  • promoveu a substituição de presidentes e membros de partidos e comissões parlamentares,
  • invadiu residências, desapropriou, desempregou e prendeu jornalistas, influenciadores, humoristas e eleitores conservadores que apoiaram o presidente da República em manifestações pacíficas e democráticas, chamadas de "atos antidemocráticos" pelos ministros do Supremo que se sentiram atingidos por críticas e denúncias dos manifestantes. Igualando-se aos piores ditadores, um elemento do STF rasga o Artigo 5º da Constituição, ignorando os Direitos Fundamentais e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário.
  • prendeu, desapropriou, torturou e deixou incomunicável e paraplégico o premiado jornalista Oswaldo Eustáquio, que ainda foi proibido de trabalhar e acessar qualquer rede social ou mídia eletrônica. O renomado repórter investigativo foi devolvido vivo à família somente após denúncia de seu defensor em Tribunal Internacional por desrespeito aos Direitos Humanos.
  • o mesmo elemento do Poder Judiciário prendeu e destituiu um deputado federal, mantendo-o preso ilegalmente mesmo após o pagamento de fiança escandalosamente alta.

Com a prisão infundada, ilegal e despropositada do presidente do PTB, Roberto Jefferson, pelo crime de dizer várias verdades e alegadamente ofender o ministro iMoraes, a corte bolivariana reforçou o Golpe de Estado e a Ditadura da Toga Vermelha.

24.7.21

Brasil no BBB das urnas eletrônicas - só a transparência inviabilizará o golpe do Mecanismo lulopetista

Urnas eletrônicas auditáveis: o problema todo se resume na desconfiança de todos nós, eleitores brasileiros, sobre QUEM COMANDA o processo de apuração e totalização e a posterior divulgação dos resultados.


O TSE é presidido e dominado por militantes petistas e/ou extremistas como Barroso, Lewandowski, Toffoli, Fachin e Moraes, além de um grande número de funcionários vinculados aos partidos de esquerda com os quais os desgovernos petistas ocuparam o setor público do país.

Esse é o motivo pelo qual o povo exigiu, há anos, o voto impresso que finalmente virou lei votada, aprovada e sancionada. Essa mesma lei foi desprezada em 2018 pelo TSE/STF bolivariano que alegou "inconstitucionalidade"(!!!). 

Agora, o povo tem como última esperança para uma eleição transparente, o projeto de emenda constitucional (PEC) do Voto Auditável - do voto eletrônico com impressão dos votos - para evitar que o TSE e do STF novamente descumpram a Lei. A impressão do voto durante a votação é uma forma de dificultar as fraudes, pois possibilita a recontagem em caso de dúvidas ou de suspeita de fraudes. 

O povo não acredita mais no TSE (cujo presidente também é membro do STF bolivariano) diante da extrema militância, do envolvimento político explícito, pessoal, emocional e engajado dos ministros bolivarianos em votações, decisões e deliberações do Parlamento.
O povo não acredita mais nos ministros do TSE/STF em virtude das ameaças, arbitrariedades contra jornalistas (incluindo confisco, prisão ilegal, tortura e incomunicabilidade), contra humoristas, artistas e políticos conservadores. Não confia nesses militantes de toga devido à descarada defesa inconstitucional, ilegal e imoral do Chefão da maior organização criminosa da história do Brasil e de seus asseclas, hoje todos soltos e impunes. 

O ministro Gilmar Mendes chegou a gravar depoimento, aos prantos, comovido com a intransigente defesa que o advogado Zanin fez do Chefão durante os inúmeros plenários dedicados aos recursos do meliante. Prova inequívoca da pessoalidade, parcialidade e imoralidade dessa corte que vive atendendo prontamente qualquer solicitação da extrema esquerda, desde as plenárias semanais para julgar recursos de Lula até a soltura dele junto ao seu comissário Dirceu (ou Daniel, seu codinome na facção terrorista) e dezenas de associados da imensa organização criminosa ligada a ele.

Como exemplo de militância política, partidarismo e inescrúpulo, o atual presidente do TSE, o militante Luís Roberto Barroso, chegou à audácia de invadir o Poder Legislativo negociando à plena luz do dia, PUBLICAMENTE, com os donos de 11 partidos políticos para que votassem contra a Lei do Voto Auditável.

Além desses 11 partidos que ainda não eram contra o voto auditável, Barroso e seus comparsas contam com a ala lulopetista do Legislativo, em especial o PT e seus satélites.

Não precisamos de hackers, crackers ou invasores de sistemas para termos urnas fraudadas. Bastam os integrantes do sistema eleitoral. Basta ver o que os responsáveis pelas eleições (como o presidente do TSE) andam fazendo para impedir a participação de seu desafeto. Barroso interferiu nas questões internas do partido Patriotas, impedindo que Bolsonaro se filiasse. Vale tudo para impedir que ele concorra com o "escolhido": o chefão nove dedos. Até a facada, cujos mandantes e autores o seu "tribunal" protege com sigilo telefônico, fiscal e bancário.

A seguir, algumas considerações sobre a vulnerabilidade das urnas, que não são tão relevantes quanto a manipulação delas por parte de quem deveria cuidar do processo eleitoral com isenção e transparência:

Segundo a Revista Oeste,  equipe do professor Diego Aranha demonstrou como as urnas eletrônicas atuais são fraudáveis, podendo-se alterar resultados de eleições através de um software ou algoritmo espúrio através de um cartão de memória inserido na urna, leia na publicação:

https://revistaoeste.com/politica/ao-comentar-o-voto-auditavel-barroso-fala-em-confusao-e-golpe/ 

As utilizadas no Brasil, de primeira geração, que somente se utiliza, ainda, em Bangladesh, no Butão e no Brasil (o BBB do atraso eletrônico). A maioria dos países que utilizam urnas eletrônicas está na terceira geração.

Uma urna eletrônica é o hardware (equipamento) no qual o programa (software) processa os votos registrados na eleição. Para quem conhece seu funcionamento ou tem conhecimento básico na área de TI, é óbvio que o software de qualquer equipamento pode ser programado para processar e, portanto, alterar ou adulterar qualquer input (entrada de dados).

Um dos grandes fabricantes de urnas eletrônicas e equipamentos para bancos, caixas eletrônicos, etc. é a americana Diebold Nixdorf, que já foi condenada por suborno, falsificação de dados e fraudes em urnas eletrônicas nos EUA, Rússia, China e Indonésia.  Devido a essas falhas e falta de confiabilidade, as urnas da Diebold Nixdorf foram banidas de países como Alemanha, Holanda, Paraguai e alguns estados dos EUA: https://medium.com/@FranklinBerwig/fabricante-das-urnas-eletr%C3%B4nicas-do-brasil-j%C3%A1-foi-condenada-por-fraude-falsifica%C3%A7%C3%A3o-e-suborno-77deaf05d947 

Voto eletrônico impresso pode ser fraudado?
Nas eleições fraudadas eletronicamente em 2012 (Haddad) e em 2014 ( Dilma) estudei a questão.
1) A venezuelana SmartMatic que faz o software e
2) A americana Diebold que fez as urnas.
Já na época (2014), descobri processos, denúncias, investigações (incluindo FBI) sobre a SmartMatic e seu algoritmo de adulteração de resultados sem deixar a fraude aparente (pelo cruzamento de dados, análise de tendência e evolução da contagem, modelos matemáticos, etc.) e países onde atua, holding de fachada e seus sócios.
Sobre a Diebold, já havia várias condenações por fraude em suas máquinas eletrônicas, inclusive em urnas que registravam o voto digitado, imprimiam esse voto com o mome, número e até foto do candidato CORRETO, MAS lançava o nome do outro candidato na somatória eletrônica dos votos. Neste caso, só se descobriu quando contaram manualmente os votos impressos e compararam com o resultado do voto eletrônico divulgado.
Pelo menos o voto eletrônico impresso é auditável, como no exemplo acima, que levou à anulação da eleição e condenação da Diebold.

O histórico da venezuelana SmartMatic, presente em diversos países do mundo e nas fraudes eleitorais do Brasil e também nas últimas eleições da Argentina e dos EUA, está nas páginas do WikiLeaks com relatórios vazados dos serviços de informações americanos.
A urna eletrônica sem impressão do voto nem 'backup' simplesmente não é auditável, não há rastreabidade nem dados que se possa fazer 'cross check', portanto não há meios para verificar se houve ou não houve fraude.
Aliás Bolsonaro apresentou suas "provas" na 'live' de 08.07. 2021, e explicou: é aquele estudo matemático realizado em 2014 que comprovou a fraude na "reeleição" do poste de Lula. É aquele modelo matemático que analisa a evolução, minuto a minuto, da contagem dos votos, demonstrando saltos e alternâncias improváveis ou mesmo impossíveis em votações reais não manipuladas.
São os rastros, indícios de manipulação que comprovam fraudes quando se aplica modelos matemáticos à evolução das apurações de votos.

A lógica é tão simples como a metáfora de usarmos uma calculadora na qual você digita a contagem de papeizinhos enquanto eu anoto o número dessa contagem num papel.
Sem registro impresso (ou anotado, na metáfora) e depois de se queimar os papeizinhos, não há como verificar a posteriori quantos papeizinhos existiram.
Pronto, expliquei sem os termos técnicos em inglês.
Perguntemos a Barroso, iMoraes & cia.:
  • Você acredita mesmo que os milhões de brasileiros e dezenas de especialistas que pedem urnas auditáveis querem o retorno a bilhetes preenchidos à mão como antigamente?
  • Não soube que o nível de segurança e software de nossas urnas hoje é tão atrasado quanto o de Bangladesh e Butão?
Mas os especialistas consideram mais grave ainda a insegurança em relação à manipulação INTERNA, dentro do TSE, a chamada insegurança interna do sistema eleitoral. Sabendo que os ministros que presidem o TSE, vindos do STF e nomeados por Lula &Cia., ativistas judiciários militando abertamente contra o presidente e atendendo sempre a todos os pedidos dos partidos de extrema esquerda e seu chefão. 

10.7.21

A corda arrebentou mas só vemos notas

O criminoso chefão da CPI do Renan, Omar Aziz, que desviou mais de 260 milhões da Saúde no estado do Amazonas causando a morte de dezenas de milhares de amazonenses, chegou às raias do autoritarismo e mandou prender um depoente que não quis vocalizar a ladainha por ele criada.

O ministro lulopetista Barroso se reúne com os donos de 11 partidos extremistas para impedir a aprovação do voto auditável para garantir a fraude com a qual planejam recolocar o maior criminoso da História do Brasil no poder. 
O TSE desrespeitou a Lei do Voto Impresso e agora quer impedir o Voto Eletrônico Impresso Auditável para que não seja possível comprovar se os votos foram manipulados ou não.
O sádico sinistro iMoraes intimida o Legislativo para garantir o projeto de poder que está por trás dos dois eventos acima mencionados e mantém a Ditadura da Toga rebatizando o Inquérito do Fim do Mundo, agora transformando a acusação de "fake news" em crime de "organização de quadrilha".

Os comandantes das Forças Armadas alertam para a corda que esticou, a ALA PODRE do Congresso arrebenta a corda cuspindo na Nota Oficial do Alto Comando e o STF interfere em assuntos internos do partido que o Presidente da República escolheria para poder concorrer à reeleição.

A corda arrebentou, e o povo, que já autorizou o presidente a acionar a Garantia da Lei e da Ordem, do Artigo constitucional 142 ou qualquer outra forma de Intervenção Constitucional, continua aguardando.

E espera que não seja surpreendido por outra demissão de ministro fiel ao Brasil ao invés de PROVIDÊNCIAS, ou pela nomeação de ministro petista "terrivelmente evangélico".

26.6.21

Ditadura, opressão e golpe de estado. Cleptocracia determina o fim do Estado Democrático de Direito, mas o Brasil ainda respira...

Com a pauta da extrema esquerda avançando "como nunca antes neste país", temos a ditadura da toga e a facção das Trevas esticando a corda, protegendo governadores corruptos envolvidos no Covidão, acirrando a opressão aos presos políticos, e finalmente invalidando os processos e as condenações (confirmadas em várias instâncias) do larápio mais corrupto da história do Brasil - e provavelmente do mundo.
E tudo isso lamentavelmente com a ajuda do mais recente membro nomeado pelo presidente da República, confirmando seu dedo podre na indicação de petistas para a PGR e o STF. 

O fim do Estado Democrático de Direito foi decretado pelo núcleo corrupto da cúpula do Judiciário e está sendo aplaudido e corroborado pela ala podre do Legislativo que continua o circo da CPI em que criminosos açoitam, condenam e punem inocentes e pessoas que salvaram milhares de vidas na pandemia, blindando e defendendo corruptos e governadores envolvidos no Covidão.

No congresso, a ala das Trevas trata de desfigurar a reforma Administrativa e anular a Lei da Ficha Limpa.

Nos últimos 900 dias o governo federal comprovou a competência e lisura de sua nova administração, realizou e concluiu obras que os governos das últimas décadas iniciaram e nunca concluíram. Obras que governos anteriores jamais realizariam com tamanha rapidez e seriedade na gestão dos recursos. Arrumando a casa, impedindo desvios e corrupção, o governo Bolsonaro tem dado um exemplo histórico sem escândalos, causado ódio e inveja nos ex-governantes que se unem para restabelecer a cleptocracia que o povo derrubou em manifestações de milhões de brasileiros nas ruas.

O Brasil, servindo de exemplo internacional, apresentou recordes na retomada da economia em plena pandemia com o maior aumento do PIB entre as grandes economias do mundo neste ano. Promove a arrumação da máquina pública e das contas nacionais, com superávit recorde na balança comercial, aumento da produção agrícola e industrial e agora conquistando a posição de liderança mundial na exportação de alimentos.

Nada disso impede a corte "Suprema" do país de minar o poder de decisão e demonizar este governo por não ser corrupto como os criminosos que protege, "inocenta" e representa. Certamente com a ajuda de seus aliados corruptos do Legislativo e de governos estaduais envolvidos no Covidão. 
Fustigando o governo federal a cada dia, a ala das Trevas ainda não conseguiu travar a administração mas nesta semana derrubou mais um ministro que vinha saneando a área ambiental e denunciando poderosas organizações internacionais que lucram e saqueiam o país em nome de "bandeiras ambientalistas". Ministro cuja demissão o presidente também não poderia aceitar.
O general Luis Mattos, presidente do Superior Tribunal Militar, constatou que a ala das Trevas está esticando a corda. O povo inteiro pergunta: que corda é essa que só estica e nunca arrebenta?

12.6.21

CPI do Gabinete Paralelo apresenta evidências

O circo de horrores que chamam de CPI da Covid vem sendo marcado por uma ultrajante tortura mental, torrente de insultos, constrangimentos e castigos impingidos aos servidores honestos e dedicados, os verdadeiros salvadores de vidas. 

Como contraponto a esses ataques, a Comissão de Patifaria Infame apresentou e aplaudiu um desfile de militantes extremistas tratados como se fossem a personificação da ciência e da verdade.

A patifaria já passou de todos os limites do imaginável, e agora quer a quebra de sigilo telefônico e telemático de membros e ex-ministros, voluntários e apoiadores do governo brasileiro. 

Corruptos e criminosos tratando inocentes e defensores da vida como se fossem bandidos.

Demonizando medicamentos que salvaram milhões de vidas no planeta e condenando médicos e cidadãos que salvaram dezenas de milhares de vidas, os patifes da CPI defendem os verdadeiros genocidas que desviaram dezenas de bilhões de reais da Saúdee ainda sonegaram o tratamento preventivo, precoce e eficaz aos doentes. Com o único objetivo de derrubar o presidente da república, os donos da CPI protegem, com ajuda de elementos do STF, os governadores e prefeitos vêm causando  milhares de mortes na pandemia e desempregando milhões de brasileiros com 'lockdown' sem comprovação de eficácia, . 

Nem George Orwell imaginaria um Ministério da Verdade tão infame nem um palco de torturas, humilhação, negação da lógica e dos valores tão aviltante como essa. O grande escritor não conseguiria inserir tamanha aberração na sala 101 do célebre livro "1984".

Não dá tempo para fazer uma única postagem criticando decisões do presidente Bolsonaro porque a pauta da mídia tóxica e do Gabinete das Trevas* nos obriga sempre a refutar a desinformação e os desproporcionais ataques ao seu governo.

Então aqui vai a crítica:

O aumento da arrecadação em plena crise da pandemia representa aumento do peso do Estado sobre a população, e a não correção da tabela do imposto de renda, recurso utilizado pelos desgovernos petistas para aumentar a carga de impostos sobre os trabalhadores, é imperdoável e não se coaduna com a pauta liberal do presidente eleito. 

Bolsonaro não deveria jamais ter cedido à pressão dos representantes das Trevas que vivem pedindo a cabeça de seus ministros mais valorosos para depois pedir a cabeça dele. 

Logo após a 'saída' de Weintraub, o ofídico Rodrigo Maia cuspiu na bandeja e já foi pedindo a demissão dos outros ministros, de olho na cabeça do presidente. 

O Gabinete Paralelo montado na CPI dos Infames agora exige a quebra do sigilo de Araújo, expondo assuntos internos de Estado até para potências estrangeiras hostis ao Brasil. 

Os 3 patifes da CPI exigem a violação do sigilo pessoal e profissional de Pazuello, expondo dados ministeriais e assuntos estratégicos de governo aos inimigos da nação.

A corja de corruptos que comanda a CPI também exige a quebra de sigilo de secretários, assessores e apoiadores voluntários do governo, e até das médicas Nise Yamaguchi e Mayra Pinheiro, de notoriedade internacional por sua eficácia no salvamento de milhares de vidas. 

Tratando pessoas honestas e honradas como "investigados", a quadrilha criminosa auto-denominada "G7" ameaça com condenações, retaliações e castigos com base em suas mentiras e seus pré-julgamentos nessa câmara de torturas armada para trucidar quem não se submete à narrativa anti-vida e anti-Brasil.

Apesar da imensa lista de processos, investigações e denúncias contra Renan Calheiros, Omar Aziz, Otto Alencar e seus comparsas, o infame foro privilegiado os protege da cadeia. Assim, os bandidos é que condenam os mocinhos. 

* (expoentes da organização criminosa que controlou o Brasil desde o início deste século e que ainda domina boa parte da máquina pública, a começar pelo STF e Legislativo, até autarquias, estatais e instituições públicas. Membros da facção que esteve nos bastidores, no apoio e na torcida do atentado à vida do candidato vitorioso à presidência).

5.6.21

CPI comprova existência de fascismo, ditadura, misoginia de Gabinete Paralelo

Os grandes veículos da mídia dominante como a Folha, Globo, Veja, Estadão, etc. revelaram nesta semana, graças à CPI de Renan Calheiros e Omar Aziz: existe um Shadow Cabinet, ou Gabinete da Sombra. 

A Comissão Parlamentar de Inquérito apresentou provas irrefutáveis da existência de um governo paralelo ditatorial, fascista e descaradamente misógino no Brasil.

Mentindo, insultando e agredindo covardemente mulheres que dedicaram suas vidas ao bem do Brasil, o Gabinete Paralelo não economizou ofensas, gritaria, humilhação, ameaças e tirania. 

Disparando uma pergunta atrás de outra, o relator-delator-inquisidor Renan Calheiros não permitia à sua vítima sequer responder. Fazendo tabelinha com o Presidente e Vice-Presidente, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues, o inquisidor da Sombra fustigava, ralhava e exigia retratação, pedidos de perdão e silêncio das  doutoras Mayra Pinheiro e Nise Yamaguchi, renomadas médicas pré-condenadas pelo crime de terem recomendado e praticado o tratamento que salvou milhões de vidas no mundo inteiro.

Além de terem recomendado o tratamento ao governo federal, as condenadas também salvaram milhares de vidas de brarasileiros acometidos pela Covid19, o que foi julgado como intolerável pelo tribunal da CPI.

Enfim, a CPI nos proporcionou um espetáculo de horrores, arrogância, misoginia, intolerância, terrorismo verbal e inversão de fatos, transformando bandidos em juízes que condenam suas vítimas nesse típico tribunal do crime, que agora ainda conta com o auxílio de "checadores da verdade" da mídia tóxica para reforçar a difamação dos defensores da vida.

A CPI mostrou aos espectadores do Brasil e do mundo que existe um Governo Paralelo (apelidado de Circo de Horrores) que foi montado no Senado para derrubar, com auxílio de asseclas no STF, as pessoas que trataram e salvaram as vítimas da pandemia no Brasil e o governo legitimamente eleito pelo povo brasileiro. 

Os governantes que fecharam 40.000 leitos de hospital entre 2008 e 2018 querem terminar de destruir a saúde, a dignidade e a vida dos brasileiros tão logo possam retomar o poder. "O que não significa vencer eleições", conforme disse um de seus mentores, o alto comissário e cérebro oculto do lulopetismo.

O espetáculo abjeto também expôs a estratégia dos Senhores das Trevas para proibir o tratamento e salvamento de brasileiros através do banimento da profilaxia, do tratamento precoce e de soluções de eficácia comprovada em centenas de estudos publicados no mundo inteiro.


17.5.21

Aglomeração de milhões, CPI do Torquemada, Falange da Covid, Preparação da Fraude

 No sábado dia 15 de maio novamente houve aglomerações por culpa de Bolsonaro. 

Só em Brasília foi uma multidão de aproximadamente um milhão de pessoas, lotando todos os hotéis da capital e dos municípios vizinhos.

Nas outras capitais e grandes cidades do Brasil, multidões se aglomeraram, também em apoio ao presidente (coisa que nunca ocorreu na história de nosso país antes de Bolsonaro), e também pela Família, Liberdade e Voto Impresso.

Na semana que se encerrou, a falange do ódio explodiu de raiva traduzida em opressão, tergiversação, ameaças e até pedido de prisão na CPI do Torquemada. O repugnante Renan Calheiros e seus asseclas como Randolfe Rodrigues e outros membros da bancada do coronavírus se esmeraram na virulência, inversão de raciocínio, ginástica acusatória e narrativa enviesada prontamente replicada pela imunda mídia hegemônica. 



Depoimentos e testemunhos apresentados comprovaram a retidão da conduta do governo federal nesta pandemia. Como exemplo, o ex-presidente da Pfizer confirmou que o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a aprovar a vacina daquela empresa, e que a compra das suas vacinas só foi realizada quando o Legislativo aprovou a lei que viabilizasse as condições necessárias para a assinatura daquele excepcional e vultoso contrato. Mesmo com o Brasil em 4º lugar do mundo em quantidade de vacinações, a falange da Covid insiste em chamar o presidente de incompetente e genocida (já explicamos quem são os genocidas). A mídia dominante replica as inverdades e os insultos dessa falange como se fossem notícias.

Enquanto isso, genocidas como Dória, que tem os seguidores da seita maoísta como seus amos, emite Nota da Secretaria da Saúde impedindo o uso de tratamento imediato da Covid19 com medicamentos comprovadamente eficazes como ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina, evitando até vitamina D, zinco e "etc."!?!

Sempre é bom lembrar que o ídolo deles, Mao, foi o maior genocida da Humanidade, assassinando 50 milhões de chineses de fome e outros 20 milhões em guerras de extermínio.

Em sua sanha de destruir a governabilidade, a segurança jurídica e a paz do povo de bem, os arautos do Golpe, inimigos da Constituição e tiranos da ditadura (de toga) tratam de preparar a fraude eleitoral eletrõnica para as eleições do ano que vem para trazer o elemento mais corrupto da história do Brasil de volta ao poder. O monstro que louvou a criação do coronavírus quer voltar à presidência do país.



4.5.21

Primeiro de Maio - A classe trabalhadora e o povo nas ruas do Brasil contra a Ditadura


O povo brasileiro cansou. Desde junho do ano passado tem ido às ruas protestar contra a ditadura.

Diante de tanta iniquidade, opressão, intimidação, violência e tortura, o povo gritou: BASTA!

BOLSONARO, EU AUTORIZO! LIBERTE-NOS DA DITADURA DA TOGA E DOS DITADORES DOS ESTADOS. 

O povo cansou de assistir à pantomima e à inversão das leis e da lógica por parte dos extremistas do STF em seu sórdido plano para recolocar o monstro que destruiu o Brasil na presidência. Em conluio com o TSE que esses mesmos ministros comandam, está programada a fraude para simular uma vitória do molusco nas eleições do ano que vem.

Portanto, o povo, através de milhões de manifestantes, exigiu novamente o VOTO IMPRESSO para dificultar a fraude programada para 2022. O voto já tem Lei Federal aprovada e sancionada em 2018, mas que os militantes do TSE não querem cumprir a lei.

Bolsonaro foi autorizado pelo povo brasileiro a agir para derrubar a ditadura da toga e dos corruptos, e está aguardando as providências do presidente para restabelecer a democracia, a liberdade e o respeito às leis e à Constituição no Brasil.







  


9.4.21

Teve golpe, é ditadura, sim. E genocídio.

O regime lulopetista perdura até hoje porque o "seu STF" dedicado e a grande parcela do Legislativo pertencente à mesma ideologia e seus associados de corrupção não aceitam os resultados das eleições de 2018 nem permitem que o presidente eleito governe o país, por este não adotar a corrupção como ferramenta.

A inversão de valores iniciada em 2003 com o regime lulopetista está chegando ao patamar de inversão da lógica profetizada por George Orwell em sua distopia "1984".

O que mais inquieta nessa situação é a ausência do Estado de Direito, e a persistência de uma aberração jurídica na qual a referida corte assume o papel de vítima, promotor, investigador, advogado e juiz. 

Esse regime de facto é caracterizado pelas situações de confisco, sofrimento, humilhação, tratamento degradante e violência que envolveram os alvos do inusitado “Inquérito do Fim do Mundo”. 

Esses alvos incluem humoristas, um deputado federal, jornalistas (já há jornalista no exílio), e influenciadores, como é o caso da jovem mãe que foi ameaçada pelas colegas de cela até leva-la a uma crise nervosa, e o premiado jornalista (e ex-dirigente sindical) Oswaldo Eustáquio, preso às vésperas do Natal, tornado incomunicável e que ficou paraplégico sob os cuidados do Estado/STF.

Proibido de trabalhar e se comunicar por qualquer meio, ele está impedido de receber o tratamento e os exames necessários devido à tornozeleira, cuja retirada o STF impede até para a realização de exames.

O caso de Oswaldo Eustáquio chegou perto do desfecho fúnebre – e não é improvável que ainda aconteça - por ele ter investigado membros do STF em matéria jornalística similar a outra da revista Crusoé que motivou censura. Uma recente revelação da esposa do jornalista dá conta de tortura e espancamento sofrido por ele na Papuda, fato em investigação pelo Ministério Público e solenemente ignorado pela mídia hegemônica.

As prisões ilegais por motivos políticos reinauguram a figura de presos políticos no Brasil, lembrando vivamente episódios como o de Vladimir Herzog, o também premiado jornalista, Vlado.

As investigações correspondentes ao ilegal inquérito do Fim do Mundo foram realizadas exaustivamente e encerradas pela Polícia Federal com a conclusão inequívoca de que não houve qualquer crime por parte dos acusados. Isso não impediu que os carrascos mantivessem ilegalmente suas vítimas em cativeiro ou prisão domiciliar com tornozeleiras, humilhação: continuam incomunicáveis e privados de seus meios ao trabalho e à sobrevivência.

Nesta semana, o teatro do absurdo continuou, agora com os ditadores togados determinando a inversão dos papéis do Executivo Federal e dos governadores e prefeitos na decretação de estado de sítio, toque de recolher e estado de guerra, e para não fugir ao hábito, declararam inválidas as cláusulas pétreas da Constituição e da Declaração Universal dos Direitos Humanos, negando as liberdades religiosa e de ir e vir ao povo brasileiro. 
De quebra, começaram a definir a pauta da Câmara dos Deputados e do Senado,preparando também o pleito presidencial de 2022 cujo resultado os próprios ditadores decidirão.

A enxurrada de fake news, factóides, insultos e difamação sistemática da mídia hegemônica não nos dão tempo de exercer uma crítica realista a erros ou negligências do governo federal.

Se a pauta difamatória não dominasse, teríamos espaço para comentar problemas sérios como a intolerável mortandade pela peste da China em virtude da proibição de tratamento do perigoso vírus por parte de governadores, prefeitos e "especialistas" que têm por objetivo aumentar e comemorar a elevação de vítimas inocentes dessa guerra biológica não declarada e de interesses golpistas e eleitorais.

Lamentaríamos a entrega das cabeças dos essenciais ministros da Saúde e das Relações Exteriores aos cães, a ausência de salvaguardas ao Brasil na regulação de novas tecnologias em áreas estratégicas como as telecomunicações, o silêncio e a imobilidade em relação aos abusos da facção ideológica do Judiciário mencionados acima.

Quando a pauta hegemônica permitir, criticaremos a relutância do governo em corrigir a tabela do Imposto de Renda, agora defasada em muito mais de 100%, onerando ilegalmente os assalariados.

Infelizmente, a pauta da mídia hegemônica e a ideologia das trevas dominam nosso país, calam até os médicos e estão matando cada vez mais, depois de engessar o governo federal que tentou se opor a elas. 

Pelo menos o governo está garantindo a quinta colocação do Brasil entre as maiores potências mundiais em volume total de vacinas e vacinação.