O impeachment, aliás, foi 'meia-boca', pois o presidente do STF, o petista Lewandowski, em conluio com o presidente do Senado Renan Calheiros, garantiu que a impostora continuasse, ao arrepio do artigo 52 da Constituição, com seus direitos políticos, uso exclusivo (por 6 meses) do palácio de governo, e rendimentos, grande séquito de assessores e seguranças, viagens internacionais com comitivas de fazer inveja a 'sheiks' do petróleo por tempo indeterminado, tudo pago com o dinheiro do povo.
No caso dessa Intervenção Militar, infelizmente a versão também é limitada, ou 'meia boca'.
- Primeiramente, é limitada ao Rio de Janeiro e não chega nem perto de Brasília.
- Segundo, porque não tira do poder o governador Pezão, indicado e apoiado por Lula, Dilma e o antecessor Sérgio Cabral, criminoso condenado e preso, ao contrário dos dois outros.
- A intervenção se limita à área da segurança, expondo as Forças Armadas a uma ação na qual não detém o comando total.
Mesmo assim, a providência era necessária - a rigor em nível nacional - e urgente. Apesar de ser parcial, precisa do apoio do povo e é uma primeira tentativa que precisa dar certo para provar que a Intervenção Militar é a solução para os demais problemas de segurança, criminalidade e impunidade.
Se a intervenção no Rio de Janeiro der certo, será a comprovação para a nação brasileira de que a Intervenção Militar Constitucional é a solução para acabar com o império do crime implantado no início deste século em nosso país, com a prisão do Chefão, sua corja e os milhares de aliados criminosos - dentro e fora dos presídios.
A intervenção, mesmo parcial, é bem-vinda, basta observar a reação de raiva, indignação e pavor dos traficantes, chefes do crime organizado, da Organização Criminosa filiada à facção castro-comunista internacional Foro de São Paulo auto-denominada Partido dos Trabalhadores e de seus membros no Legislativo, Judiciário, Executivo, ONGs, na grande mídia, nos meios acadêmicos e artísticos.































