Boa parte - mas não a maioria - dos brasileiros pula Carnaval seguindo os ditames da classe governante e de sua mídia amestrada, Globo à frente.
Entretanto, na vizinha Venezuela o povo corajoso e cansado da exploração da quadrilha chavista de lá (o equivalente ao lulopetismo bolivariano), seguiu incansável na luta pelo resgate da liberdade e da democracia.
O ditador Nicolás Maduro, equivalente à Dilma e também poste do líder populista de lá (este no caso já desencarnado, ao contrário do de cá), tem utilizado a Guarda Bolivariana (Guarda Nacional) e seus militantes de esquerda armados (os 'blackbloc' de lá) para assassinar manifestantes desarmados, incluindo inúmeros estudantes.
Os militantes que Chávez formou e armou, são o braço armado do partido bolivariano, lá são chamados de tupamaros, em sua maioria andam em duplas sobre motos, ostentando armas como os assaltantes daqui.
As coincidências do regime bolivariano de lá e de cá não são poucas.
Ambos os partidos governantes, PSUV e PT, fazem parte do Foro de São Paulo, junto com outros partidos e grupos narcoterroristas de esquerda como as FARC, sandinistas e outros, organização criminosa internacional fundada por Fidel Castro, Lula e outros radicais de esquerda em 1990 com a finalidade de ressussitar o modelo comunista de ditadura e escravidão dos trabalhadores, depois da queda do Muro da Vergonha (Berlim) e do império soviético. Os partidos e facções criminosas desse Foro são dirigidos por Cuba e morrem de amores pela Coréia do Norte, China e Rússia. Esta última promete instalar mísseis em seus países, começando por Cuba.
O início da ocupação dos países bolivarianos se dá pela eleição inocente do tiranete populista (Chávez e Lula) e a perpetuação no poder através de "reeleições" e "eleições de postes" fraudadas em urnas eletrônicas Diebold (lá e cá), notórias pela sua vulnerabilidade técnica e cuja empresa, com sede nos EUA, já foi processada até por subornar governantes de ditaduras (coincidência, qual seria o motivo de Lula ter oferecido doação de milhares dessas urnas ao Paraguai, que as rejeitou?).
Em seguida, a tomada do país para uso pessoal do partido (equivale à privatalhação petista) se dá pelo aparelhamento (ocupação de cargos de comando por membros da facção, do partido e de seus associados e familiares) de todas as estatais, dos órgãos públicos e autarquias dependentes do governo, incluindo empresas privadas através dos fundos de pensão. Obviamente, esses órgãos e empresas outrora poderosas como a PDVSA e Petrobrás vão sendo destruídas pelos "dirigentes" partidários e sua produtividade vai caindo.
Depois vem a importação de agentes (escravos) cubanos, primeiro na embalagem de "médicos", depois de "professores" e finalmente de "conselheiros de segurança" ou "adidos militares", quando o regime castrista envia generais para comandar as Forças Armadas locais.
Com mais de 200.000 cubanos "importados" em quase duas décadas de ditadura chavista, a outrora rica e pujante Venezuela padece de falta de segurança (recordista mundial em assassinatos per cápita, enquanto o Brasil de Lula já é recordista mundial no número total de homicídios), falta de liberdade de imprensa, cidadania, alimentos e até papel higiênico.
A histórica enxurrada de bilhões de petrodólares dos EUA não é mais suficiente para sustentar a multidão de apaniguados da nova classe dominante chavista e não atende mais às crescentes exigências de subsídios e investimentos da ilha-prisão dos irmãos Fidel e Raúl Castro, que já sugam mais de 1 bilhão de dólares do governo Lula e Dilma, pagos com o suor e o sangue dos brasileiros.
Numa típica encenação similar ao auto-golpe de Chávez em 2002 e ao auto-golpe de Rafael Correa do Equador em 2010, o fantoche de Havana agora propõe uma "conferência de paz", obviamente sem a participação de líderes da oposição, que continuam devidamente presos e incomunicáveis.
O colombiano travestido de presidente da Venezuela (empossado após flagrante fraude eleitoral, com evidente e documentada manipulação das urnas Diebold) também não cogita eliminar a censura e mordaça nas informações, na imprensa nem na internet. Seu desejo e o de Dilma, Lula e petistas é proibir as redes sociais como já ocorre na China (comunista) que baniu o Facebook e o Twitter.
Através da mídia dominada, o tirano Maduro chama o povo de 'fascistas', os milhões de venezuelanos que foram às ruas desarmados e de rosto descoberto são chamados de 'direitistas' pelo ditador e pelos petistas e mídia amestrada do Brasil, que faz tudo para diminuir a gravidade da guerra civil venezuelana e para minimizar a bravura e determinação do povo irmão.

Como exemplo de "isenção" e subordinação ao regime lulopetista, o jornal O Estado de S.Paulo chamou um dos líderes das manifestações pacíficas, Leopoldo López, prefeito do município de Chacao com mestrado em Harvard, de "líder radical".
Mas nossos bravos irmãos venezuelanos, ocupando as ruas desde fevereiro, sob a mira de armas letais e de bombas de gás, estas fornecidas pelo governo Dilma, não cogitam abrir mão da liberdade e da democracia que tanto desejam.
Substituíram o Carnaval pela Resistência à ditadura chavista e merecem nossa admiração e solidariedade para o definitivo resgate da dignidade e da democracia.