Em qualquer democracia um crime descomunal como o Mensalão já teria motivado o 'impeachment' do presidente da República em 2005 e o banimento dele e de sua corja, incluindo o partido, do cenário político nacional. Mais ou menos como ocorreu quando o Brasil ainda vivia uma democracia plena, nos anos 90, e exigiu e concretizou o 'impeachment' de Collor por um escândalo bem menor, mas igualmente digno de impedimento. E este ex-presidente teria sido esquecido e ficado no ostracismo político para sempre, não tivesse sido resgatado, conclamado e apoiado para o Senado pelo protagonista-mor, o verdadeiro chefão do Mensalão e atual presidente de facto.
Pois seu poste, detalhadamente instruído, monitorado e comandado em cada um de seus passos, resolveu aparecer no cenário político internacional como presidente interessada no capital internacional, dada a crescente derrocada das Contas Nacionais.
Após 3 anos de recusas a participar do encontro de Davos, Dilma resolveu ir no seu último ano de mandato, para 'jogar a toalha' ao capital internacional, esperando atrair, com a beleza de suas plásticas e de seu penteado 'fashion' estilo Kim Jong Il, os investidores para o Brasil. Mentiu como sempre, dizendo que as leis são respeitadas e as regras são estáveis na Banânia. Como em outros discursos já foi arrogante e apregoou medidas que sempre foram catastróficas na gestão de crises, os investidores tiveram um surto de desconfiança e pessimismo após sua fala, e as bolsas despencaram no mundo todo na hora seguinte à fala da presidente Rousseff.
Para dar uma escapada e esquecer o triste episódio, Dilma resolveu fazer o que chamou de "escala técnica" em Lisboa. Interessante o vocabulário criativo dela, que já chamou de "banco de dados" um falso dossiê contra a última Primeira-Dama que o Brasil tivera, Ruth Cardoso; era mais um produto da fábrica de dossiês do PT, especializada em asssassinato de reputações. "Parada técnica" é a nova senha para um porre descomunal e luxo digno de Baco.
Pois a tal escala era uma escala de sabadão em Lisboa, com direito a suíte presidencial de 8.000 Euros de diária com 40 suítes para os acompanhantes de Baco, incluindo jantar no premiado Eleven, restaurante com estrela do guia Michelin. Jantar obviamente - e regiamente - regado a vinhos e bagaceira, como podem perceber pela charge fiel a foto divulgada em todo o mundo.
O pior, além do vexame de Davos e da escabrosa parada em Lisboa, com mentiras, versões e explicações mais ridículas do que a bebedeira da fantoche de Lula, foi sua missão em Cuba.
Inaugurar uma obra gigantesca, o novo terminal de Porto Mariel, construído pela Odebrecht (que pagou regiamente a venda da obra pelo seu maior representante, Lula, não se importando com a publicidade das migalhas dessa comissão, em forma de viagens de jatinho a diversos países e "palestras" com pagamentos milionários, mero farelo perto do principal). Esta obra de valor superior a R$ 1 BILHÃO, foi financiada pelo BNDES com verbas secretas e critérios idem, cujos valores e prováveis formas de desvio, retornos, 'kick back's e trambiques somente ficaremos sabendo daqui a 25 anos. E certamente esse valor bilionário não será pago pela ditadura cubana, mas custará o sangue e suor de nosso povo e impedirá - como já está impedindo - o progresso do Brasil.
O governo do PT está entregando o Brasil a Cuba desde a posse de Lula, através de obras e empréstimos bilionários à ditadura dos irmãos Castro e aos estados-satélite de Havana, como Bolívia, Venezuela, Equador, Argentina e até ditaduras da África.
E ninguém se iluda com a falsa "solidariedade" aos povos, que continuam sendo subjugados, explorados e escravizados pelos amigos de Lula e Dilma, todos eles também membros da organização criminosa internacional chamada Foro de São Paulo.
Essa organização, formada pelas viúvas de Stálin que ainda choravam a queda do Muro de Berlim e o fim da União Soviética, tem por finalidade a tomada de poder - para nunca mais deixá-lo - na América Latina, substituindo as antigas ditaduras comunistas da Europa Oriental pelas cleptocracias bolivarianas (castristas) do Século 21 na América.
A Venezuela tomou a frente entre as novas colônias de Cuba, substituindo o antigo ouro de Moscou que sustentava aquela ancestral ditadura pelo petróleo venezuelano. A pujança do petróleo da Venezuela está acabando devido à incompetência e corrupção do regime, e o povo daquele país não consegue mais sustentar a ilha da fantasia cujos fuzilamentos tanto divertiram Che Guevara e os irmãos monarcas.
Com o escasseamento dos recursos da Venezuela, e os povos tanto de Cuba como daquele satélite passando fome e apuros, adivinhem qual é o povo que passará a sustentar Cuba?
Sim, o nosso, aquele que as urnas Diebold manipuladas declararam como sendo (em sua maioria) o eleitor da cleptocracia lulopetista.
Outro canal de roubo de valores bilionários para Cuba é a farsa da Saúde. Mais de 800 milhões de dólares estão sendo roubados da Saúde para trazer técnicos e agentes cubanos (MAUS Médicos para o programa-farsa "Mais Médicos") em regime de escravidão para o Brasil e enriquecer os ditadores de Cuba.
Com o caos na saúde, educação - 8º país e única nação de porte com mais analfabetos adultos do mundo - e segurança - país com maior número de homicídios do mundo -, o cronograma segue a cartilha do Foro de São Paulo.
Começa infiltrando agentes, espiões e técnicos sanitários como se fossem médicos, aos milhares, entre a população carente, fingindo ajudá-los. Quem sobrevive é "convertido" ao comunismo bolivariano.
Perguntem por que Lula e Dilma não se trataram com médicos cubanos como fez o finado Chávez.
Depois, para "resolver" o caos da deseducação, outros milhares de agentes cubanos "da Educação" virão num futuro "programa" Maus Professores para ensinar marxismo e comunismo às nossas crianças.
E, por fim, militares cubanos virão (se é que já não há alguns por aqui) para cuidarem de nossa Segurança e comandarem nossas Forças Armadas.
Parece uma sinistra e improvável teoria da conspiração, mas na Venezuela já é um fato.
Com menos de 30 cubanos antes do início do Reinado Chávez, hoje há mais de 210.000 cubanos na Venezuela, e os comandantes das Forças Armadas obedecem ao general cubano Leonardo Cintra (ou Cinta) Fría, nome de guerra típico de guerrilheiros terroristas como Marulanda "Tirofijo (Tiro Fixo)" das FARC.
Hora de acordarmos, nossa defesa idem, antes que sejamos devorados pelo neocomunismo bolivariano.