Peso do Estado na Economia versus Crescimento do PIB
Antes da maquiagem ou “recálculo” – março de 2007
O 'governo' LILS teve uma média de 2,4% em plena explosão do crescimento mundial, contra 3,0% de FHC no 1.o mandato e 2,7% no segundo mandato, no meio das maiores crises do século: Rússia, Ásia, Malásia, etc.
GOVERNO LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA:
- menor crescimento (média de 4 anos) da história;
- maior peso do Estado na economia em toda a história
- maior carga tributária da história, superando os 40% pela primeira vez
- maior arrecadação de impostos do Governo Federal em toda a história
- maior devastação da Amazônia em um quadriênio da história,
- maior corrupção e número de escândalos, CPIs e processos de corrupção de políticos
- maior desemprego da história do Brasil (9 milhões, ante 8 milhões com FHC)
- único governo com decréscimo do Brasil no ‘ranking’ do IDH (perdeu 6 posições em 4 anos)
- nos 12 anos anteriores a LILS, O Brasil subiu 14 posições nesse ‘ranking’.

INFOGRÁFICO/AE – FONTE: IBGE, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, MINISTÉRIO DO TRABALHO, SEADE, MOSAICO ECONOMIA POLÍTICA, FGV, TSE, ONU, FMI, MORGAN STANLEY e THE ECONOMIST
*Obs.: o crescimento com Collor foi negativo, compensado pela recuperação promovida por Itamar com FHC no comando da economia.
O salário médio de um servidor federal era aproximadamente 2 vezes maior que o de um trabalhador paulista do setor privado no primeiro mandato de FHC, e aprox. 3 vezes no segundo mandato. Com LILS, os servidores federais passam a ganhar aprox. 4,3 vezes mais que os trabalhadores do setor privado paulista, em média.
Trabalhadores perdem massa salarial nos primeiros anos do governo LILS e não recuperam a perda nos anos seguintes.
O Brasil, líder em crescimento econômico na América Latina nos governos anteriores exceto Collor, passa a ser lanterna junto com o Haiti.
Após crescer mais que a média dos emergentes mesmo nas crises da Rússia, Ásia, etc. dos anos 90 e início do século, o Brasil passou a fazer parte do bloco de maiores potências emergentes – BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China. Após os primeiros anos do governo LILS, os investidores passam a questionar a manutenção do Brasil no BRIC, por ter crescimento significativamente inferior ao necessário para manter sua classificação.
Mantendo o financista Henrique Meirelles no comando do Banco Central, LILS conseguiu manter a estabilidade econômica e inflação relativamente baixa – conquistas do governante anterior – reforçando as reservas externas e fortalecendo a moeda nacional perante o dólar, e ao mesmo tempo teve um ‘bode expiatório’ para desviar as críticas pelo baixo crescimento da economia.
Qualquer economista atualizado sabe que o baixo crescimento se deveu ao desvio de verbas públicas de infra-estrutura, educação, saúde, segurança e saneamento para custeio da inchada máquina administrativa, além de desvios flagrantes para organizações políticas e criminosas, reduzindo ainda mais a credibilidade do país. O elevado nível de corrupção, a falta de regras claras e transparentes e insegurança, além de problemas de infra-estrutura, burocracia, e principalmente a carga tributária recorde são os verdadeiros fatores determinantes para o baixo investimento produtivo e baixo crescimento do PIB.